Por conta de minha experiência profissional e de acompanhar os danos causados pelo sol, se eu fosse a ministra da Saúde, priorizaria ainda mais a conscientização a respeito da proteção solar.
Os danos solares são irreversíveis e, dependendo do estágio, não há mais controle sobre a pele. Tivemos, nos últimos dias, a Campanha Nacional de Combate ao Câncer de Pele, chamando a população para diagnóstico e orientação, uma ótima iniciativa.
Lutaria para combater uma das maiores queixas da população: o preço dos protetores, que, em seu conteúdo, teriam de servir para apenas duas aplicações. Contudo, os valores tornam o produto de difícil acesso à população, em geral.
Já houve propostas para baratear e isentar de impostos o produto final, isto é, os protetores. Defenderia a questão bem como lutaria para que o produto fosse item a ser entregue à população, nos postos de saúde. Há várias empresas que já se preocupam com isso: fazem do protetor item de proteção individual.

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