Combate à marginalidade
Questões básicas
Como preparador físico e por conta de minha vivência, acho de extrema importância a criação e escolinhas voltadas às mais variadas atividades. Hoje há necessidade de um maior número de escolinhas, seja para o futebol, vôlei, basquete ou handebol.
O trabalho, aliás, seria complementar às noções aprendidas na escola normal e não deveria se ater somente à brincadeira. Se eu fosse ministro dos Esportes, lutaria para que bolas, redes, campos e quadras tivessem vez em tais espaços.
As escolinhas funcionariam também para afastar as crianças sem ocupação das ruas, e serviriam de complemento ao dia delas. Como bem sabemos, o Brasil sustenta péssimas colocações nos rankings que analisam o sistema educacional, as taxas de alfabetização e a igualdade no ensino.
Além de alavancarem o interesse das crianças e jovens pela educação e pelo esporte - com noções, teoria e técnicas, além da prática -, as escolinhas seriam prevenção à marginalidade.





