Parabéns, escritor e jornalista José Antonio Pedriali pelo resgate da história da "colonização do Norte do Paraná" que foi há 90 anos (Espaço Aberto, 21/08/2020), e que deve ser repetido pelo menos uma vez por ano, e lembrada hoje, e ficará para sempre na mente dos brasileiros "norte-paranaenses".

José Carlos de Medeiros (bancário aposentado) Assaí

Jacarezinho

Luiz Geraldo Mazza, embora bom jornalista, em 18/08/2020 se engana quando atribui a Dom Sigaud o título de cardeal, arcebispo de Jacarezinho, PR. Jacarezinho foi e é apenas bispado. Também o irmão de Dom Sigaud, encarregado pela pintura da Catedral, não pode ser chamado de esquerdista; do contrário o bispo, que é o responsável pelos atos da diocese, não teria aprovado a realização da pintura. Como obra de arte de vanguarda, podia destoar do costumeiro, especialmente na época.. Também Dom Geraldo Proença Sigaud não era responsável pela liderança da Tradição, Família e Liberdade. A TFP tem como lema Tradição, Família e Propriedade e não liberdade.

Nelso Attilio Ubiali (professor aposentado da UEL) Londrina

Será o Fim da Lava Jato?

Para um cidadão comum, como eu, que viu na Lava Jato a esperança para nossa virada para um país melhor, mais desenvolvido, mais justo, com políticos melhores e honestos. Começa esse sonho a esvair-se, o sistema é mais forte, os interesses de políticos e corruptos estão mais enraizados que pensamos. Estão se apegando a alguns exageros cometidos pelos integrantes da operação, que concordamos precisam ser esclarecidos ou corrigidos, e apenas isto. Mas tentar remover o principal integrante da equipe ou interferir nos processos da operação que proporcionou ao povo brasileiro a volta ao sonho de um país melhor é no mínimo cruel. Esperamos que os novos integrantes do congresso, que foram eleitos com a proposta de combater a corrupção e colocar nosso país no rumo do desenvolvimento, se manifestem e não deixem nosso Brasil voltar ao que era.

José Cezar Vidotti (economista) Londrina

MEMÓRIA

22 de agosto de 2017

Brinquedos órfãos de vítimas do trânsito

A delicadeza de bonecas e bichinhos de pelúcia chamou a atenção de muita gente que passou pelo Shopping Boulevard nesta terça. Os brinquedos expostos em frente à unidade da Unopar, ao lado de foto de crianças, despertaram a curiosidade de alunos e do público em geral. O sorriso no rosto dos visitantes sumia já na aproximação ao ler o nome da exposição: Brinquedos Órfãos. Carregada de grande carga emocional, a mostra do IPTRAN (Instituto Paz no Trânsito) resgata por meio de objetos infantis histórias de crianças que morreram em acidentes de trânsito. De acordo com o Detran-PR (Departamento de Trânsito do Paraná), cerca de 300 crianças com menos de 11 anos morreram em acidentes automobilísticos entre 2011 e 2015.

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