Os colégio particulares também enfrentam críticas quanto a falta de estacionamento obrigatório. Os diretores, no entanto, destacam que o problema estaria no ''trânsito caótico'' da cidade, que atrapalha a parada dos familiares. ''Como a maioria dos nossos alunos são jovens e acabam sendo transportados pelos pais, o maior problema enfrentado aqui está no horário de pico (7 horas, meio-dia e 18 horas). Já sugerimos à CMTU um recuo do terreno na Avenida Duque de Caxias, mas o órgão considerou inviável'', diz o diretor administrativo do Colégio Maxi, Júlio Alves Marques, destacando que está brigando para conseguir transformar a Rua Luiz Dias em mão única, garantindo mais vagas aos pais e alunos. O colégio conta com 2,5 mil estudantes e ainda cede a estrutura para cerca de 80 advogados cursando magistratura.
O Colégio Delta também argumenta que a maior parte dos estudantes é menor. A secretária da diretoria, Cristina Barreto, informa ainda que a quantidade de vagas oferecidas na frente do prédio é considerada satisfatória para as exigências locais, garantindo espaço para pais e professores. O Delta recuou a fachada em frente à Avenida JK para construir o estacionamento.
O Curso Sigma Vestibulares, que possui três prédios na cidade, também passa por dificuldades para garantir estacionamento dos alunos, mas a direção do estabelecimento diz que não há solução imediata para o problema. ''Estamos no centro da cidade e não há espaço para oferecer vagas aos 2,2 mil alunos. Todas as noites, são mais de 100 carros estacionados no prédio da (rua) Fernando de Noronha. Os problemas maiores são a falta de segurança e o caos no trânsito'', comenta o diretor pedagógico, Marcus Vinícius dos Reis.

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