A saúde no Brasil vive um momento complicado. Temos, no país, ilhas de excelência, em alguns Estados e cidades, com medicina equiparável aos principais países do mundo. Por outro lado, há lugares em que se pratica uma medicina sem as mínimas condições.
Em São Paulo, por exemplo, o governo disponibiliza medicamentos para tratar a leishmaniose visceral que não temos no Paraná. No que se refere ao tratamento da hepatite, seguimos um protocolo do ministério da Saúde, bem mais antigo. São Paulo, por sua vez, tem um código próprio, mais moderno e atual.
Então, se eu pudesse mudar algo em relação à saúde, em âmbito nacional, certamente tentaria equilibrar a balança. Educação médica, educação da população e dos gestores estariam entre meus planos.
A CPMF seria para a saúde, não para a área social. Hoje, uma consulta a R$ 2,50, R$ 5, gera o efeito ''faça de conta que você me paga que eu faço de conta que estou trabalhando''. Há a falta de estímulo e, mesmo assim, temos muitos profissionais que fazem um trabalho fabuloso.

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