''O Brasil não vai quebrar. Vai crescer, vai gerar empregos e renda''
(Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prometendo estimular a recuperação da auto-estima do País)

Governo privilegia a arapongagem
Em 2002, o governo Fernando Henrique liberou apenas 27,8% dos R$ 338,6 milhões do Fundo Nacional de Segurança Pública, que foi criado para financiar programas de aquisição de viaturas e armas e para treinar policiais. Sem investimentos, o combate ao crime ficou mais difícil. A única área que teve a quase totalidade dos recursos foi a dos arapongas: as ''Operações de Caráter Sigiloso'' recebem 95,9% das verbas previstas.

Está provado
Se promessas pagassem dívidas, nenhum candidato ficaria quebrado depois de uma campanha eleitoral.

Hábito antigo
Duda Mendonça acostumou mal os seus clientes do PT. Quando reuniu a cúpula do partido Lula incluído para apresentar a campanha prestes a estrear na TV, o marqueteiro abriu garrafas do champagne francês Cristal. Dependendo do tipo, cada uma delas pode custar até R$ 1,5 mil.

Desconstruindo Nélson Rodrigues
Com o adversário marcando 65% nas pesquias, só Serra não vê o óbvio lululante.

Pensando bem...
...a menos de uma semana da eleição, a vitória de Lula parece caso ''enserrado''.

Contra servidores
O site servidor.gov.br, dedicado ao funcionalismo, não dá boas notícias sobre os servidores federais, é feio e ignora as mensagens que recebe. Pudera: é administrado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, que há oito anos nega de reajuste aos trabalhadores do governo.

Ao trabalho
Seja quem for o presidente eleito, os atuais membros do Congresso Nacional serão convocados para trabalhar entre 6 de janeiro e 14 de fevereiro, véspera da posse dos novos deputados e senadores.

Sem pai, nem mãe
Lideranças do Judiciário estão órfãs com as derrotas de Bernardo Cabral (AM) e Ibrahim Abi-Ackel (MG). Há anos os dois eram os principais interlocutores dos magistrados no Congresso, no projeto de reforma do Judiciário. Eles agora se aproximam do deputado eleito Sigmaringa Seixas (PT-DF), advogado muito ligado ao ministro Sepúlveda Pertence, do STF.

PODER SEM PUDOR
A voz dos sapos
Na campanha presidencial de 1945, o deputado Último de Carvalho fazia campanha para o general Eurico Gaspar Dutra, que enfrentava o pretenso favoritismo do brigadeiro Eduardo Gomes. No interior de Minas, ele enfrentava dificuldades para convencer até um dos seus cabos eleitorais, que o convidou a ir à janela de sua casa e ouvir algo.
- Só ouço o coaxar dos sapos! - disse, impaciente.
- Até as rãs, só sabem dizer ''brigadeiro, brigadeiro''.
Deu Dutra.

Colaborou: Teresa Barros
E-mail: [email protected]
www.claudiohumberto.com.br

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