A dengue de novo
Parece que não, mas nós adolescentes também estamos preocupados com a situação da saúde em Londrina. Todo começo de verão ouvimos falar sobre os problemas que a dengue causa à população, mas nunca sabemos quais serão as providências a serem tomadas pelo Município, que parece não deter o controle de alguns setores da cidade, principalmente o da saúde. Até agora mais de 7.300 casos de dengue já foram confirmados em Londrina, porém o verão nem começou, o que significa que esse número tende a aumentar ainda mais. Hospitais e postos de saúde estão em situação cada vez mais críticas. Qual medida o governo municipal tomará para que todos que necessitam de atendimento, além daqueles que ainda poderão contrair a dengue, sejam tratados?
BRUNA COSTA CORCHELLI, ESTHER REGINA RAMPAZZO ROCKENBACH e LARISSA BIANCHINI RUAS (estudantes) - Londrina

Fora da realidade
Em relação à reportagem ''Paraná pode ganhar representante no STJ'' (Política, 24/10), entendo que os magistrados devem sempre se reger pelas determinações da lei, afinal elas servem para serem respeitadas, mas faz-se necessária uma visão global e, principalmente social, no que tange ao caos em que a sociedade enfrenta em relação aos crimes de um modo geral, mormente quanto aos crimes do colarinho branco. A posição extremamente garantista do nobre desembargador Néfi Cordeiro não reflete os anseios da sociedade que agoniza perante tanta violência e impunidade. Argumentar que a utilização de grampos telefônicos nas investigações equivale ao uso de tortura demonstra a disparidade entre sua posição e realidade brasileira. Se o cargo de ministro do Superior Tribunal de Justiça fosse originado do voto popular e não de indicação, o desembargador não teria grandes chances de ser eleito pois a vontade do povo certamente não se coaduna com sua posição liberal frente aos criminosos.
ANA CAROLINA ALMEIDA (advogada) - Jandaia do Sul

Maus políticos
Os maus políticos estão destruindo os serviços públicos no Brasil. Da era PT para cá, acabaram com o profissional e deram mais valor aos picaretas, colocando os seus cupinchas em postos chaves da administração pública propositadamente para amoitar seus malfeitos. Com isso, acabaram com o bom profissional, aquele que defende não só o seu setor como também o funcionamento de todo o sistema. Em seu lugar assumiu um picareta sem compromisso com a verdade. O ex-presidente Lula, com sua surdez e cegueira, demonstrou total insegurança em seu governo e ainda se gaba em dizer que agora estão aparecendo as falcatruas. Só que não criou um sistema de punição e por isso não mudou nada a não ser institucionalizar a picaretagem e a falta de vergonha na cara, acabando com o caráter do trabalho publico, ao ponto de as boas pessoas terem vergonha de pertencer à administração pública.
SEBASTIÃO CALMEZINI (comerciante) - Londrina

Vestimenta
Concordo com o professor Caetano Zaganini Filho (Cartas, 25/10), e digo mais: o terno é para gente muito importante, ou seja, aquele que realmente tem importância no Brasil. É mais que uma vestimenta, é uma ferramenta de trabalho. Ele cai bem para deputados, senadores, ministros e funcionários públicos até do terceiro escalão, e por quê? Ora, porque tem muitos bolsos, além de cobrir meias, cuecas e outras ''vias de transporte'' que vão além de nosso conhecimento. Usado por reles estudantes seria banalizar tão nobre vestimenta, como o foi o jaleco médico que hoje é usado por enfermeiros, dentistas, veterinários, pais de santos, padeiros, pipoqueiros, babás, etc. Aliás, estudar para que hein? Compre um terno!
RUBENS ROMAGNOLLI (engenheiro civil) - Londrina

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