Acidentes na BR-369
Quase todos os dias ocorrem atropelamentos e desastres no trecho Londrina/Cambé e vice-versa, causando danos materiais e muitas vezes mortes de pessoas de todas as idades. Nos horários de rush o problema se agrava. São estudantes da região que se deslocam de uma cidade a outra para estudar; caminhões de carga em viagem de trabalho, ônibus de linha, ônibus de turismo, pessoas que moram ou trabalham nas redondezas, enfim, um número enorme de veículos que trafega nesse trecho diariamente. O canteiro central ao longo de toda a rodovia é bastante largo. Para quê? A maioria das BRs (independente de estar no perímetro urbano) possui o canteiro central estreito o suficiente apenas para manter os postes de energia elétrica e delimitar as pistas. Enquanto houver canteiro central largo, as pessoas continuarão se arriscando ao atravessar as pistas e os carros continuarão se engarrafando nas poucas pistas de ida e vinda. Por que não estreitar o canteiro central? Será que algum pedestre teria coragem de atravessar uma pista e ficar se equilibrando no pouco espaço do canteiro central para atravessar a outra? Ou será que usaria as passarelas que encontram-se ociosas e praticamente desativadas pelo desuso? Também o trânsito fluiria melhor com mais pistas para ir e vir.
MIRIAN STELA CARRARA (servidora pública) - Cambé

Mutirão de médicos
Gostaria de fazer um apelo aos médicos formados em universidades públicas, principalmente na UEL. O povo que ajudou na sua formação, pagando impostos, está pedindo socorro. É chegado o momento da sua retribuição, prestando atendimento gratuito nos postos de saúde e hospitais de Londrina. Não podemos continuar esperando que o poder público dê a solução. Sugiro que se organizem e que destinem semanalmente um determinado número de horas de seu tempo para atendimento gratuito à população. Talvez não resolva todo o problema, mas tenho certeza que vai amenizar em muito o sofrimento do povo. Desde já agradecemos.
MARCOS ANTONIO DA COSTA LOPES (porteiro) - Londrina

E-books não substituem livros
Concordo plenamente com a opinião do professor Marcos Hiller no artigo ''Steve Jobs, paixão e intuitividade!'' (Espaço Aberto, 07/10) em quase tudo que foi dito sobre Steve Jobs, sua genialidade e os produtos maravilhosos da Apple, porém, discordo veementemente num de seus pontos: os e-books jamais substituirão ou tirarão a magia e o prazer de ler um livro. Para quem já descobriu o prazeroso e mágico costume da leitura, sabe do que estou falando. A leitura de um bom livro é envolvente e mexe com as nossas emoções. Os e-books são frios e não nos dão nenhum prazer em lê-los. Tenho alguns e-books baixados em meu PC e a leitura deles mal passa da introdução.
JOSÉ PEDRO MENDES (aposentado) - Arapongas

Presente de grego
O aumento do número de vereadores em várias cidades do Paraná, e estes somados deverão passar de 100, conforme reportagem da FOLHA (''PR ganha mais de 100 cadeiras de vereador'', Política, 04/10), demonstra a fragilidade do poder de decisão do nosso povo. Se levarmos em conta o valor do provento, mais custos diretos e indiretos, teremos um valor ''per capita'' superior a R$ 10 mil e um total acima de R$ 1 milhão. Tomando como base o custo de uma cesta básica, monitorada pelo IBGE que é de R$ 287 (set/11) e que é suficiente, de acordo com o mesmo instituto, para sustentar uma família com 4 membros por 30 dias, chegaremos à conclusão que essa postura relegará 14 mil pessoas a um estado de pobreza absoluta. É preciso pôr cobro a tal descalabro.
EDSON MEDARDO SCARCHETTI (bacharel em Teologia) - Londrina

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