CARTAS
Amadores e profissionais
Nos idos de um Brasil pueril, caipira e simples, o povo se incomodava é com o ''ladrão de galinha'' aquela figura simbólica que assustava a população dos mais distantes grotões aos moradores da capital federal, então no Rio de Janeiro, com seus casarios em imensos terrenos, onde não faltava espaço para uma criação dessas deliciosas aves. Mas hoje tudo mudou, o País se desenvolveu e acabaram os ladrões de galinha. Agora o que aflige a população é o ladrão do dinheiro público, recurso que falta para o atendimento médico no posto de saúde e na escola para melhorar a educação dos nossos filhos. Então, voltemos ao passado e recuperemos a figura desse pequeno meliante que não passava de uma figura inerte diante dos atuais protagonizados pelos grandes ladrões da esperança do povo, os políticos. Viva o ladrão de galinhas, com eles éramos felizes e não sabíamos.
SAULO OLIVEIRA (agricultor) - Tamarana
Saúde pública
Há muitos anos o governo vem discutindo meios para arrecadar recursos para a saúde pública; se cogita até mesmo a ressurreição da CPMF. Creio que o governo deveria buscar meios para receber os bilhões de reais que grandes empresas devem ao INSS. Inclusive diversos times de futebol que devem bilhões. Se o governo cobrar e receber o que os times e empresas devem, e criar mecanismos para fiscalizar e receber os impostos que a lei determina, o problema da saúde pública estaria resolvido.
TOCHITANE MITSI (gerente de restaurante) - Londrina
Em terra de cego...
O leitor Ancilon de Sá Neto sempre que pode coloca-se em defesa do governo petista (Cartas, 19/09). E pela ótica do ''partidão'' não deixa de ter razão!
Se o assunto é moradia, constroem-se casas. Se fossem fazer escolas e hospitais, os assuntos seriam educação e saúde, temas mais que resolvidos desde o governo Lula, assim como a infraestrutura e a segurança! Liga não companheiro, essas bobagens que escrevem contra o Lula é puro despeito. É coisa da elite poderosa que, muito breve, também será extirpada, pois o danado já colocou o Lulinha entre eles para ''exterminá-los''.
RUBENS ROMAGNOLLI (engenheiro civil) - Londrina
Futebol sem empate
Já foi praticado nos EUA e, talvez, seja hora de também adotarmos aqui o futebol sem empate. Jogos muito corridos, mas sem gols e sem graça, como foi o São Paulo x Corinthians na quarta-feira, vão desanimando o torcedor que quer gritar ''gol'' e saudar um vencedor. Por que não introduzirmos os ''pênaltis em movimento'' no final de jogos que terminem empatados? Com isso, creio que o torcedor ficaria até o fim do jogo, mais satisfeito com os gols marcados. Algo tem de ser feito para animar nosso esporte nacional. Essa pode ser uma maneira.
SILVANO CORRÊA (economista) - São Paulo (SP)
'Histeria anfifumo'
Quero parabenizar o professor e biólogo Cristiano Medri pelo artigo ''A histeria antifumo'' (Espaço Aberto, 20/09). Alguém precisava dizer o que o nobre biólogo escreveu em alto e bom som.
JOSÉ CARLOS CAVALHEIRO (contador) - Londrina
Correção
- Diferentemente do que foi publicado na matéria ''Mais um secretário deixa o governo Barbosa Neto'' (Política, 22/09), o secretário municipal de Governo, Marco Cito, assumiu a secretaria de Gestão Pública em substituição a Kentaro Takahara.





