Enem: quando o pouco é bastante!
Como sempre a educação pública está na berlinda, principalmente depois do resultado do Enem. Mesmo atingindo a ''melhor'' nota entre as escolas públicas, ficamos abaixo da pior escola do ensino particular. Por si só o fato já é preocupante, imaginem quando o diretor da referida escola vibra de contentamento pelo fato. Essa mesma euforia é compartilhada pelos governantes responsáveis pela organização e direcionamento da educação pública. A prática de festejar resultados pouco relevantes na vida escolar é frequente por alunos, pais e professores. Basta observar o comportamento de alguém que ''passou de ano'' com a nota mínima seis. Não deveríamos nos acomodar com essa situação. A sociedade poderia exigir melhorias no ensino público já para ontem. Ocorre que nem nas reuniões obrigatórias da escola a maioria dos pais ou responsáveis comparece. Nós escrevemos para os jornais, esbravejamos pela internet e nada é modificado. Essa é a pior forma de exercermos a democracia.
ESMERALDINO FRANCO (professor) - Londrina

Mudanças na Previdência
O ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, esteve semana passada no Paraná e falou em estabelecer um teto para as aposentadorias do funcionalismo público, restringir pensões e acabar com o fator previdenciário. Primordial é cortar gastos com as regalias dos parlamentares, os supérfluos, como auxílio paletó, auxílio moradia, dentre outros. Ora, todo cidadão não tem que se vestir para trabalhar, e por acaso suas vestimentas não são compradas com seu salário? E a moradia? Se um cidadão tem que trabalhar fora de sua cidade, não deve ficar em hotel, pensão ou alugar um imóvel quando não pode ir de mudança com a família? Então, qual a plausibilidade para os deputados e senadores receberem esses auxílios? Ah, tem sim muito corte a ser feito. É só verificar o quanto é gasto com supérfluo de cada parlamentar, multiplicar por todos eles e verão aonde começa o rombo.
REGINALDO ARCEBISPO DE SÁ (servidor público) - Londrina

Pirataria de medicamentos
Lendo a página do Senado na internet, me deparei com uma notícia que me surpreendeu positivamente. Um político tomando uma atitude de criar uma política nacional contra a pirataria de medicamentos. Mesmo demorando, ainda é tempo. A Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil) há muito tempo tem uma posição muito forte contra o contrabando e a pirataria. Entre 2006 e 2008 foi a época em que mais apareceram ações de autoridades judiciais com apoio da Acil. Na época, teve a aprovação da maioria da população, mas não do poder público municipal, que foi claramente contra essas ações. A Acil, já dizia naquela época, que essa ilegalidade, com impunidade, poderia se alastrar para outras áreas, não ficado somente nos CDs, brinquedos, bugigangas, etc. O que está se confirmando, em áreas sensíveis como a da Saúde (medicamentos, próteses médicas e outros). Quero parabenizar o senador Humberto Costa (PE), pelo projeto de lei 162/2011, torcendo que seja aprovado, que vire lei e seja cumprida.
RUBENS AUGUSTO (empresário) - Londrina

Barulho na biblioteca
Este País realmente não respeita o estudante. Além de todos os problemas do nosso sistema educativo, nem mesmo na Biblioteca Municipal é possível estudar em paz. Os próprios funcionários, ao falarem alto, arrastarem cadeiras e pregarem paredes, tudo de forma indiscriminada, não prezam pelo silêncio do lugar que deveria ser o refúgio daqueles que podem, um dia, transformar esta cidade e esta nação em algo melhor para todos. Que tipo de acadêmicos Londrina quer? Com essa postura, acho que não quer de tipo algum.
BRUNO LUIZ CARRARA GONÇALVES (estudante) - Londrina

Centro Vicentino
Gostaríamos de agradecer a FOLHA pela reportagem ''50 anos de dedicação'' (Folha Cidades, 14/09) que ajudou a divulgar o trabalho de meio século do Centro Vicentino de Educação Infantil Santa Rita.
IRMÃ DEONICE GARCIA (diretora Centro Vicentino de Educação Infantil Santa Rita) - Londrina

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