CARTAS
Cadê a honestidade?
É difícil para o cidadão honesto olhar para todos os lados e ver que a impunidade predomina em tudo. A maioria dos políticos está se lixando com o bem-estar do povo. Surrupiam o leite das crianças e ainda conseguem dormir sossegado. É triste ver que os inescrupulosos políticos metem a mão no erário não se importando com o sofrimento do povo que passa necessidades. Ruas esburacadas, praças abandonadas, contratos duvidosos de vários setores na justiça. Os postos de saúde estão inoperantes sem médicos e remédios. O povo sofre e o caos toma conta e ninguém se importa. Que sociedade é esta onde uma minoria privilegiada tem muitos direitos e a maioria somente deveres? Cadê a justiça? Honestidade, onde está que não te vejo? Devemos mudar o nosso jeito de pensar. Segundo o filósofo Edmund Burke: ''Para que o mal triunfe, basta apenas que os homens de bem não façam nada''.
OSVALDO CARDOSO RIBEIRO (jornalista) - Londrina
Bom exemplo!
Cumprimento o jovem Lukas Henrique dos Santos (Cartas, 02/08) pela sua opinião. Sempre defendi essa mesma ideia de que é preciso tomar uma providência séria contra essa propaganda enganosa das bebidas alcoólicas. É um vício destruidor e porta de entrada de drogas pesadas. Surpreendi-me com o teor da carta, primeiro por ser corretíssimo e, em segundo lugar, por ser escrita por um jovem quando se observa diariamente que justamente os jovens estão cada vez entrando pelo caminho de vício que não tem volta. As autoridades precisam acordar e criar leis que coibam essa propaganda enganosa de um produto que não tem nada de bom: destrói a saúde, gera conflitos familiares e fora do lar também, provoca acidentes (é só acompanhar as notícias diárias), custa caro para quem usa e caro para o poder público por ter que tratar os viciados (ou não). Parabéns Lukas, incentive seus colegas estudantes a tomarem o mesmo caminho!
EDGAR BAER (advogado) - Londrina
Incômodo silêncio
Muito oportuna a opinião do leitor Lukas Henrique dos Santos ao comentar os efeitos negativos dos comerciais de bebidas alcoólicas e o mal que estas causam, principalmente aos jovens e adolescentes. Não poderia deixar de manisfestar também minha indignação diante de tais propagandas. Se todos os que pensam desta forma manifestassem suas angústias através dos meios de comunicação, creio que talvez assim os governantes tomassem alguma atitude em relação a essa grande liberdade com que as propagandas de bebidas alcoólicas são transmitidas à população. Permitimos a propaganda e pagamos um alto preço por isso. Em muitos casos, pagamos com a vida e, não raro, com a vida de nossa juventude.
NILVA MEDEIROS KATAOKA (servidora pública) - Londrina
'Calçadas para todos'
Em atenção ao artigo 'A Londrina que queremos'', da psicóloga Julieta Arsênio (Espaço Aberto, 28/07), é importante esclarecer que o atual Código de Posturas do Município, criado em 1955, determina que a construção e manutenção das calçadas é de responsabilidade do proprietário do imóvel, e que desde 2004, o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina (Ippul) padronizou normas de acessibilidade para calçadas com o programa ''Calçadas para todos'', que foi elaborado por especialistas. Os londrinenses já dispõem de instrumentos para cuidar das calçadas. Basta se conscientizar e usufruir deles. O manual está disponível na página www.londrina.pr.gov.br.
NÚCLEO DE COMUNICAÇÃO DA PREFEITURA DE LONDRINA





