Firulas
Criar um mito e fazer dele uma história a ser preservada e lembrada pela humanidade, tem que ser algo grandioso, esplendoroso a não ser esquecido jamais. Estou estranhando e não sei por que vira e mexe estão surgindo ''personagens'' sem qualquer história a nos orgulhar. Basta o sensacionalismo sobre nosso ex-presidente Lula como o filme ''Filho do Brasil'', qual nunca tive estômago para assistir. Agora está surgindo uma nova cinebiografia sobre Dilma Roussef, ''A 1 Presidenta''. Estou vendo tudo isso como mais uma para arquivo do ''PT''.
NATHANAEL DA SILVA (projetista) - Londrina



Magrela solitária
Em novembro do ano passado prometeram que fariam várias ciclovias em Londrina. Como já conheço diversas ciclovias de outras cidades, que são espaços destinados especificamente para a circulação de pessoas utilizando bicicletas, devidamente sinalizadas, bem pavimentadas, separadas dos carros e dos pedestres, divertidas e muito seguras, fiquei animado e comprei uma bicicleta almejando que logo poderia passear pela cidade. Eu me imaginava com a família passeando aos domingos pelas ciclovias e todos se divertindo. Mas até agora não vi a esperada ciclovia, e minha bicicleta está parada num canto. Pior é que li dias atrás na FOLHA que a cidade tem mais de 12 quilômetros de ciclovias. Considerando que um espaço para ser considerado como ciclovia deve ser apartado dos carros e pedestres, eu ainda não encontrei nem uma segura para passear com minha bicicleta. E, agora, espero as promessas ou vendo minha bicicleta?
OSVALDO SANTOS JR. (arquiteto) - Londrina


Capitães Nascimentos
Em que pese o enunciado esclarecedor, o delegado de Polícia Claudio Marques é injusto com a sétima arte no desenvolvimento de seu bom artigo ''A síndrome do capitão Nascimento'' (Espaço Aberto, 27/07). Foi graças ao genial argumento, à direção precisa, ao ritmo alucinante, à qualidade técnica e um estrondoso sucesso de crítica, com milhões de espectadores afluindo aos cinemas, é que pudemos ter uma vaga noção de uma característica obscura desses brasileiros que, por dever de ofício, deveriam ser os únicos militares armados em patrulhas urbanas, defendendo o bem-estar das comunidades. Aliás, os anti ''capitães Nascimentos'' existem desde o Esquadrão da Morte de 1970: a película apenas deu visibilidade e atualidade a isso. Achei infeliz a percepção de que, usando a mesma analogia do filme, montadoras seriam as culpadas pelos acidentes de carros. São sim, os usuários, que sustentam o tráfico e são sim os motoristas comuns que promovem a barbárie sanguinolenta quando se tornam usuários do tráfego.
CHRISTIAN STEAGALL-CONDé (arquiteto) - Londrina


Ajuda a outros países
Não sou contra o envio de ajuda do Brasil a outros países, mas num país em que o próprio povo passa fome é estranho. O engraçado é que o Brasil perdoou dívidas de vários países pobres, enquanto pagou a dívida com o FMI e até emprestou dinheiro para esta instituição. O mais triste é saber que muitas dessas doações não vão para saciar a fome de quem a tem, mas para encher a pança e o bolso dos corruptos desses países que têm muito dinheiro, mas é roubado pelos seus mandatários.
MÁRCIO DICESAR BENASSI (aposentado) - Sertanópolis



E o dinheiro?
A pergunta que não quer calar: e a dinheirama desviada pela turma do Dnit onde está e para onde vai? É o que o povo pergunta em todo o Brasil. Responda quem for capaz!
LEÔNIDAS MARQUES (metalúrgico) - Volta Redonda (RJ)

mockup