‘Galinha morta’
  A frase ‘‘Não tem mais galinha morta no futebol’’ foi usada pelo técnico da Seleção Brasileira, Mano Menezes para que não subestimássemos nossos adversários. Ele estava certo. Perdemos. A Copa América foi também um festival de aves. Tínhamos o Ganso e o Pato. No Paraguai jogou o Marecos. Nosso goleiro colaborou com dois frangos. O Peru foi se impondo até a partida com o Uruguai. Diante da derrota, nossos jogadores imitaram o avestruz: enfiaram a cabeça na areia. Ele tem esse comportamento para ingerir areia, o que facilita a digestão. Sim, nossos heróis usaram o mesmo recurso para digerir o placar. Nas próximas partidas teremos que adotar outra ave mascote. Talvez a coruja, símbolo da sabedoria. Vamos vibrar com as vitórias, mas admitir as derrotas. Precisamos aprender a lidar com as perdas. Isso faz parte do nobre crescimento do indivíduo.
AMARILDO PASINI (engenheiro agrônomo) - Londrina
Custo social

  Até quando teremos que tolerar os disparates vindos do ex-presidente Lula? Serão mais quatro anos de campanha eleitoral iniciada no Nordeste em que produziu mais uma agressão verbal, a seu estilo, comparando o custo social de pessoas altamente carentes aos agricultores. Saiba sr. Lula que a agricultura no Brasil é a mola propulsora de todo o nosso progresso e desenvolvimento social. Sem o agricultor, principalmente o pequeno, como foi o meu pai que, além de criar sete filhos com a maior dignidade, nunca teve outra atividade e nunca vi ser socorrido socialmente por governo algum, ao contrário, assisti muita vezes ser usurpado pelos poderes constituídos. Meu exemplo familiar deve ser o mesmo de milhões de brasileiros que ajudam a construir nossa pátria da qual exatamente o sr. Lula tira tantas vantagens. A infeliz comparação poderia ser feita se fosse comparado os infelizes mendigos aos mais de 20 mil de seus companheiros que estão empoleirados em cargos públicos às nossas custas lhe servindo como acólitos. Por favor, ex-presidente nos poupe dessas bravatas. Deixe que um tempo novo surja e que a história se encarregue de lhe colocar no devido lugar.
WALTER COSTA BARROSO (cirurgião dentista) - Londrina
Poda estranha
  
Gostaria de manifestação da CMTU referente a duas situações que estão ocorrendo em Londrina. A primeira me causa muita dúvida: queria saber quais os procedimentos para poda e erradicação de árvores. Sempre aos domingos de manhã, por volta das 7 horas, me deparo com caminhões, caminhonetas e até carros em poda e erradicação de árvores. Esses veículos e pessoas nunca estão identificados (chapa branca). Será que essas ações estão dentro dos procedimentos? Outra situação é quando será feita a sinalização de trânsito das ruas em torno do Moringão, pois o asfalto foi feito há meses, mas não tem nada sinalizado e o movimento de automóveis e pedestres está muito perigoso.
PAULO AUGUSTO DA FONSECA (assistente social) - Londrina
Pedestre sem opção
  
Impossível não questionar o porquê do descaso com o cruzamento da Winston Churchill com a Arcindo Sardo, próximo ao Estádio do Café. Um dos lugares mais importantes de nossa cidade deveria receber atenção especial por ser um dos poucos pontos de entretenimento de Londrina. Antigamente havia ali um semáforo. Em busca de ‘‘melhoria’’ mudaram o semáforo de lugar. Agora no lugar onde tem um grande fluxo de veículos e pedestres não há sinalização. Com a readequação da pista para passagem dos ônibus, tiraram a faixa de pedestre também. Mais abaixo do cruzamento citado, colocaram uma faixa de pedestre que nenhum veículo respeita, o que torna uma missão suicida cruzar esta avenida em horários de pico, sendo exatamente este o horário que a população dos bairros próximos ao Estádio do Café se arriscam para cruzar a avenida para fazer caminhada em uma pista improvisada que ali existe. Creio que estão aguardando alguma morte para depois tomar alguma atitude. Como sempre fazem.
NILVA MEDEIROS KATAOKA (servidora pública) - Londrina

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