CARTAS
Rodízio de veículos?
Nossos representantes na Câmara de Vereadores sempre procuram o caminho mais fácil ou seja penalizar o usuário! Afinal, eles estão lá representando quem? O que prejudica o sistema viário de Londrina não é somente o grande número de veículos, é sim o excesso de semáforos sem sincronia, lombadas irregulares, feiras-livres, carrinhos de catadores de papel, carroças, buracos para todos os lados, canteiros centrais inúteis, falta de estacionamento, ciclovia por onde circula meia dúzia de ciclistas e que estreita (ilegalmente) vias públicas, falta de melhorias no sistema viário, ausência de mão única em grande número de ruas. São Paulo com seus 7 milhões de veículos e outros de milhões de visitantes justifica o tal rodízio. Em qualquer outra cidade o que falta é competência. Sugiro que enviem nossos representantes para aprender como funciona (o trânsito) nas grandes cidades.
LUIZ BRAVO (empresário) - Londrina
Não adianta reclamar
Justiça seja feita, a população vive cobrando do poder público que seja feita obra disso, obra naquilo, porém quando essas obras são feitas a população não as utiliza. São gastos milhões de reais em obras que são pouco ou nada utilizadas, exemplo clássico disso são as passarelas. A mais recente é de Cambé onde foram feitas passeatas e todo protesto possível para se fazer a trincheira e quando pronta não é utilizada, ou seja, gasta-se sem necessidade. Isso acontece em diversos outros setores, como as vacinas que são distribuídas gratuitamente nos postos de saúde e o governo tem quase que implorar para a população ir tomá-las. Se não querem realmente os serviços, não solicitem. Uma vez solicitados e executados que utilizem.
EDVALDO MACIEL DE FRANCA (bacharel em Direito) - Londrina
Duplicar é a solução
Transito pela PR-445 quase diariamente. Desde a inauguracão saímos de um trecho com umas poucas curvas no entroncamento de Primeiro de Maio até o quilômetro zero com a BR-376 onde se acentuam as curvas perigosas e os aclives após passar por Londrina (saímos de 320 metros no final para mil metros de altitude no km zero). Se considerarmos a diferença de altitude e as inúmeras e perigosas curvas aliadas ao enorme trânsito de caminhões cada vez mais pesados, imagino que somente o uso de radar como sugere o policial rodoviário Alessandro A. Belonci (Cartas, 27/06) não afetará a estatística de acidentes no trecho. Afinal, somando a baixa velocidade dessas carretas ao aumento de veículos que desviam do pedágio de Arapongas, temos uma equação que não vai ser resolvida com radar simplesmente e sim com a urgente duplicação. Para emitir uma opinião responsável, deveríamos ver uma estatística oficial entre os envolvidos em acidentes no trecho e comparar o número de caminhões, veículos e motos e quais os trechos mais perigosos indicados pelo maior número de ocorrências.
SAULO OLIVEIRA (agricultor) - Tamarana
Cesare Battisti
É com espanto e com um pouco de vergonha de ser brasileiro que vejo a imprensa brasileira lançando ataques ferozes ao Supremo Tribunal Federal e ao ex-presidente Lula pela concessão de asilo ao italiano Cesare Battisti. Foi julgado à revelia, defendido por um advogado com procuração falsa, condenado com base em um único depoimento de um ex-companheiro beneficiado pela delação premiada que veio, posteriormente, a público dizer que fez tal depoimento sob tortura. Lamentável que nossos cidadãos não tenham a menor preocupação em se informar sobre os fatos antes de contestarem a nossa soberania.
JULIANO AMARO (servidor público) - Rolândia





