CARTAS
Educação no trânsito
Tenho lido muito a respeito de educação no trânsito. Infelizmente, também leio que as ocorrências continuam. Andando pela cidade é possível verificar que estão gastando muito mal a verba pública, de nosso suado dinheirinho que pagamos em impostos. Se realmente desejam educar o povo, devem iniciar pelos pedestres ensinando-lhes a atravessar na faixa! Onde houver faixa, o pedestre deve levantar o braço - motorista não é advinho - e nas que têm sinaleiro, aguardar que lhes dê a preferência. O segundo passo é educar os motoqueiros, ensinando-os a não costurar no trânsito, ultrapassar pela direita, dar preferência aos carros mais pesados. Feito isso, educar os motoristas e conscientizar que um carro mal conduzido é uma arma letal e afetar também seu condutor. Se todos levarem consigo que a pressa é inimiga da perfeição e que o direito de cada um começa onde o do seu próximo termina, a coisa pode melhorar e muito. Pensem nisto.
EDMILSON ASSIS DOS REIS (bancário) - Londrina
Divulgar o quê?
Londrina vive um caos na Saúde com vários escândalos de desvio de verba através dos institutos Atlântico e Gálatas e o prefeito Barbosa Neto lança um edital prevendo gastar quase R$ 700 mil em publicidade?
JULIO RODRIGUESDE MELLO (vigilante) - Londrina
Cacciola x Batistti
Discordo do microempresário Ancilon de Sá Neto (Cartas, 21/06) na comparação entre Salvatore Cacciola e Cesare Battisti, pois assassinar seres humanos indefesos com arma de fogo não se compara a rombos financeiros. Tais rombos são praxe no Brasil pois as leis favorecem as mentes de má índoles. Parece-me que o microempresário sugere mais vingança contra a Itália por ter negado no passado a extradição de Cacciola. Não é esse caminho que a Justiça deve trilhar. A comparação foi infeliz. Como o nobre amigo pensaria se alguém da família tivesse sido assassinado e o criminoso estivesse curtindo a vida em outro país?
EDER DEL PICCOLO SANTINI (comerciante) - Londrina
Linhas telefônicas
Concordo com a leitora Rosangela M. Angelozi (Cartas, 21/06). Investimos na Sercomtel e até agora, para preservar nossas inscrições (leia-se: pague ou terá a inscrição cancelada), somos obrigados a contribuir mensalmente na expectativa da promessa de que seremos ressarcidos por aquilo que investimos. Falta vontade para com a população que sempre acreditou na empresa. Torcemos pela Sercomtel, que é fruto do suor de todos aqueles que acreditaram e que até agora estão sendo ''enrolados''. Exigimos que nosso investimento seja reembolsado, pois sem aqueles que adquiriram ''as linhas'' a Sercomtel nada seria.
ANDERSON DÁRIO PINTO DA SILVA (servidor público) - Londrina
Ações da Sercomtel
Em atenção à leitora Rosangela M. Angelozi (Cartas, 21/06), é importante observar que o eventual direito dos assinantes a ações da Sercomtel por terem pago pelo fornecimento do serviço telefônico no passado é um assunto que, devido a sua grande complexidade jurídica, ainda está em discussão na Justiça. O prefeito Barbosa Neto, com o suporte da Sercomtel, tem se empenhado pessoalmente para resolver a questão. Vários estudos já foram concluídos e todos os esforços têm sido feitos para que a solução definitiva seja divulgada aos londrinenses o mais breve possível.
FERNANDO KIREEFF (presidente da Sercomtel) - Londrina





