Londrina, que saudade!
  Que saudades da Londrina, Capital do Café, do fortíssimo Tubarão, dos ideais democráticos e da probidade administrativa dos prefeitos Hosken de Novaes, José Richa e Wilson Moreira que sabiamente administravam a cidade com honradez, dignidade e respeito no trato da coisa pública. Os noticiários da época destacavam progresso e desenvolvimento da cidade e existiam motivos de sobra para comemorar e se orgulhar. Infelizmente, hoje os meios de comunicação trazem manchetes negativas de toda ordem e a população está preocupada com o futuro desta próspera cidade. Espero que essa tempestade passe logo e Londrina volte a ser a cidade do sorriso e da alegria para felicidade de sua gente!
EDUARDO ZANIN (professor) - Arapongas

Probidade é utopia
  O brasileiro está cansado de ver tantas falcatruas. Não podemos aceitar passivamente esse quadro de desolação e descaso com a coisa pública. Todos os atos caracterizadores de improbidade administrativa devem ser combatidos e controlados com a maior efetividade. Um dos mais graves problemas enfrentados pela sociedade é garantir uma administração proba, o que nos parece ser uma utopia. A população já está cansada de ver agentes públicos e políticos de diversos escalões fazendo com que o Estado funcione a seu favor aumentando o abismo social em nosso País. Roubam o nosso ‘‘pão’’ e a nossa dignidade.
LINCOLN LIMA (empresário) - Londrina

Obstáculos públicos
  O Terminal Rodoviário de Londrina possui obstáculos nos espaços de entrada e saída dos passageiros: uma inútil catraca e uma igualmente inútil e estreita portinhola para passagem das bagagens e carrinhos que geram chateações aos passageiros. Um obstáculo que impede a livre entrada dos usuários ao seu ponto de chegada, herança de um projeto antigo e desatualizado. Um acinte aos propósitos atuais de acessibilidade, cuja retirada independe de planos diretores e intensos trâmites administrativos. Bastam bom senso, lógica espacial e zelo público para uma decisão de retirar essas imprestáveis barreiras que impedem o ir e vir seguro de quem chega a Londrina.
VITORIA ARABELA SAHÃO (assistente social) - Londrina

Rolândia ‘chumbada’?
  Rolândia tem reconhecidamente um perfil de turismo, gastronomia e qualidade de vida. No entanto, muitas pessoas daqui estão assustadas com a perspectiva da vinda de uma indústria de baterias que pretende se instalar em área rural. Pôr em perigo o rico e diferenciado potencial de Rolândia parece ser ideia de alguém que está, por uma razão ou outra, meio ‘‘chumbado’’. Indústrias potencialmente poluidoras devem ser instaladas onde não interferem com o perfil do local e onde o olhar de uma população consciente possa ajudar na necessária fiscalização.
ADRIAN SAEGESSER (agricultor) - Rolândia

Maconha
  Por enquanto estão liberados os atos pró-legalização da maconha através do Supremo Tribunal Federal em todo o País, com base no direito de expressão previsto na Constituição Federal. Só espero que amanhã não tenhamos manifestações pró-popularização ou incitação ao uso.
ALCIR ANTONIO CHIARI (agrônomo) - Londrina

Battisti
  Enfim, o Brasil mostrou ao mundo que é um país soberano dando guarida a um assassino que se diz militante político, como Cesare Battisti. O Brasil é curva de rio. Tudo que não presta vem do exterior para se juntar aos facínoras que aqui temos. Como se sentiriam brasileiros vítimas de assassinos foragidos em outros países vivendo livremente? Alguém aí tem uma resposta satisfatória? Como descendente de italiano, nunca passei tanto constrangimento.
EDER DEL PICCOLO SANTINI (comerciante) - Londrina

Correção
n Diferentemente do informado na edição de hoje da Folha2 a peça ‘‘Qual a Graça de Laurinda?’’, da Cia. Lambreta e Mereceu, de Londrina, será apresentada hoje, às 16h30, na Praça Nishinomiya (Programação do Filo, pág.4)

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