Novos Estados
Dias atrás, um leitor criticou a criação de novos Estados no Brasil. Concordo em parte. Quem conheceu o Mato Grosso, nos anos 50, e acompanhou o progresso vertiginoso que surgiu com a divisão, entusiasticamente aplaudiria a criação de novos Estados. O Amazonas e o Pará, divididos em três, o Mato Grosso dividido em mais um, Minas e Baía divididos em dois, seria o ideal e aceitável. Exemplos palpáveis e convincentes não faltam, basta olhar para a criação do próspero Tocantins surgido com a divisão de Goiás. Temos ainda o inegável progresso dos Estados Unidos dividido em 48 estados. Maracutaia e corrupção certamente existirão, pois vivemos no Brasil, mas vale a pena arriscar. Governar um estado pequeno é mais produtivo, com certeza o progresso surgirá e o Brasil sairá ganhando.
WELLINGTON AMARAL SAMPAIO (aposentado) - Londrina



Caminho errado
Não vai ser abrigando um criminoso, como Cesare Batistti, que o Brasil vai ganhar destaque internacional. É aceitável a proposta de tentativa de uma vaga no Conselho de Segurança da ONU, porém, no momento o País está pedindo foco em outros assuntos de maior urgência. A saúde está um fiasco, a educação pede socorro e nossos políticos... Bem, nunca senti tanto receio em tirar meu título de eleitor.
ANA CAROLINA MARTINEZ SEKIAMA (estudante) - Londrina



Refúgio de bandidos
O Brasil já é conhecido pelo futebol, carnaval e agora também pelo nome de ''Paraíso da impunidade''. Todos os terroristas do mundo já terão os destinos de viagem programados quando fugirem de seu país, pois sabem que a lei aqui não é cumprida e protege somente bandidos, que aqui tem de monte pois surrupiam o dinheiro da população.
LINCOLN LIMA (empresário) - Londrina




O 'mico' Palocci
Em novembro de 2010, escrevi à FOLHA criticando a nomeação de Antonio Palocci para a equipe de transição de Dilma Rousseff. Ela foi mais longe e o nomeou para o cargo de ministro-chefe da Casa Civil. Se o Brasil fosse um país de políticos sérios e não um balcão de negócios como os partidos fazem, se fosse nos Estados Unidos onde políticos eleitos ou ministros caem por sonegação de impostos ou por uma escorregada na vida conjugal, Palocci continuaria ''enterrado'' após o episódio da quebra de sigilo do caseiro Francenildo no governo Lula e não estaria novamente nos envergonhando. Dilma também não estaria pagando esse ''mico''. A presidente tem tentado frear a gula por cargos do PT e do PMDB, mas até quando? Agora, Gleisi Hoffmann fará dobradinha com Dilma, e a senadora do Paraná tem mostrado fibra e inteligência ao debater sem medo com ''macacos velhos'' do Senado. Espero que na Casa Civil ela não ceda ao deslumbre do poder e não envergonhe os paranaenses, pois não aguentamos mais tanto escândalo e corrupção como que está acontecendo na Assembleia Legislativa e na Saúde de Londrina.
EZIDIO BIASI REDE (professor) - Santa Cruz de Monte Castelo



Omissão de Palocci
O ex-ministro Antonio Palocci deixou a população ainda mais indignada com seu pedido de demissão. Isso deixa explícito sua covardia com a ausência de informações perante seu enriquecimento em tão pouco tempo. Como pode alguém que se faz tão importante ao nosso País adotar uma postura como esta? Foi omisso e deixou de esclarecer as sérias acusações referentes a sua pessoa, pois isso é direito de toda a sociedade já que influencia de maneira direta na vida de todos.
NAIARA TALITTA DAUFEMBACH (estudante) - Ivaiporã

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