Ensinar errado
O Ministério da Educação pagou RS 13,6 milhões para ensinar que 10 menos 7 é igual e 4 para alunos de escolas públicas da Zona Rural do País. Alguém tem que ser responsabilzado pela entrega de 200 mil unidades de exemplares da coleção ''Escola Ativa''. Os erros tão grotescos foram constatados no início do ano, tanto que não bastava ser divulgado por uma errata. E agora sr. ministro Fernando Haddad, como é que fica a educação dos nossos estudantes? E se a conta não poderá ser da União, quem pagará?
BENONE AUGUSTO DE PAIVA (contador) - São Paulo



Battisti e Cacciola
A respeito da matéria ''STF rejeita reclamação do governo italiano no caso Battisti'' (Política, pág.6, 09/06), isso seria represália por conta do episódio do vigarista italiano Salvatore Alberto Cacciola, condenado no Brasil (caso Banco Marka), e que teve o pedido de extradição negado pelo governo italiano. Observo ainda que o também italiano e terrorista Cesare Battisti deixou a França em 2007 após a revogação de sua condição de refugiado e veio definitivamente para o Brasil, onde recebeu do então ministro da Justiça, Tarso Genro, o status de refugiado político. Lembro ainda de Manuel Bandeira: ''Vou-me embora pra Pasárgada (Brasil)/lá sou amigo do rei (Lula e do PT)/lá tenho a mulher que eu quero (Cacciola foi casado com a miss Brasil de 1981 e miss Mundo de 1984)/na cama que escolherei (Rio de janeiro e Rio Grande do Sul)''.
EDSON LUIS OLIVEIRA (advogado) - Londrina


Decisão vergonhosa
Já não bastasse os nossos ladrões nacionais que vivem no paraíso da impunidade brasileira, agora estamos importando bandidos internacionais e dando-lhes todas as benesses e delícias desse Éden. A soltura do terrorista Cesare Battisti é uma atitude que envergonha a nação e a denigre no contexto mundial da moralidade. Para os nossos políticos e governantes que vivem envoltos em escândalos, nada como um atrás do outro: certamente a repercussão da libertação do bandidão italiano pelo Supremo Tribunal Federal fará com que a opinião pública já comece a esquecer o imoral e mal explicado enriquecimento do sr. Antonio Palocci. Esse é o governo que veio para salvar e moralizar o País!
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) - Londrina



Craques desamparados
Devemos agradecer ao craque Ronaldo, porém, temos que lembrar que não é só ele que merece uma despedida honrosa. Muitos craques de passado recente também mereceriam uma despedida dessas, como o Romário, Rivaldo, Cafu (capitão de tantas copas) que sequer foram homenageados. Ao invés de dar um relógio de ouro ao Ronaldo, não seria melhor dar assistência aos jogadores menos famosos que estão passando por dificuldades financeiras e de saúde. Temos que lembrar mais dos nossos craques do passado que realmente honravam suas camisas, com suor e amor ao time.
HEVERSON YOSHIO TAKASAKI (bancário) - Joaquim Távora



Palocci
O ex-ministro Antônio Palocci ganhou ''a rua''; o procurador-geral da República Roberto Gurgel, críticas; a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), poder; o PMDB, mais uma vaga no Senado; a oposição, força; o Brasil, credibilidade; a presidente Dilma Rousseff, paz; e nós apenas tiramos o nariz de palhaços!
ALCIR ANTONIO CHIARI (engenheiro agrônomo) - Londrina



Correção- Diferentemente do que foi publicado na matéria ''Qual é a rua?'' (Folha Cidades, pág.1, 07/06), a rua na década de 50 que denominava-se Amapá atualmente é a Rua Brasil.

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