CARTAS
Vandalismo em praça
Boa parte da população de Londrina não tem educação. Muitos cobram, mas quando ganham um bem público não cuidam. E isso não depende da classe social. Se alguém tiver oportunidade, dê uma olhada na Praça Tomi Nakagawa no Centro. Inaugurada em 22/06/2008, a praça está uma tristeza: bancos quebrados, pichações nas parades, iluminação quebrada, etc. Fico triste de ver um cartão postal entregue com um padrão internacional, mas esse mesmo povo que reclama não cuida. Já imaginaram se o príncipe Naruhito viesse de surpresa na cidade? Espero que as autoridades tomem a inciativa de arrumar esse cartão postal.
ANTONIO RICARDO PACHECO (engenheiro mecânico) - Londrina
Reféns da criminalidade
Nossa sociedade passa por modificações radicais em um período histórico muito curto. As falcatruas com dinheiro público ocorrem a todo momento e de forma deslavada. Nossa segurança é cada vez menor, chegando a um ponto de pautarmos nossos compromissos em função da claridade do dia e do movimento de pessoas ao nosso redor. E, às vezes, nem isso resolve. Somos reféns da criminalidade. Nossas cadeias estão superlotadas. Cada preso nos custa, direta ou indiretamente, em torno de 7 salários mínimos. A todo o momento ouve-se falar que é necessário construir mais presídios. Assim agindo estaremos combatendo o efeito e não a causa. É necessário que a sociedade seja repensada, senão em um curtíssimo espaço de tempo nos tornaremos uma nova Sodoma, que nós todos já sabemos não teve um final feliz.
EDSON MEDARDO SCARCHETTI (bacharel em Telogia) -Londrina
Críticas a Requião
Estou revoltada com as críticas ao nosso querido senador Roberto Requião. A jornalista Mônica Waldvogel, por exemplo, se referiu ao Paraná como uma província. Conheço Brasília e posso garantir que Curitiba é uma das capitais mais civilizadas do Brasil. A força da imprensa é imprescindível para consolidação da democracia, mas não podemos atribuir à mesma poderes de lei: pré-julga, julga e condena sem saber ao certo o que ou quem está atingindo. Infelizmente, nosso ''terceiro poder'' faz uso de sua força e poder para denegrir e ofender um Estado como o Paraná. Como paranaense e admiradopra de Requião, deixo meus sentimentos de protesto para alguns repórteres. É direito de todos falar, questionar e mostrar-se irritado quando provocado por um repórter que conseguiu seus 5 minutos de fama às custas de um momento montado para aparecer.
HELENA COLHADO LOPES CALZOLARI (professora) - Londrina
União homoafetiva
Não critico a decisão do Supremo Tribunal Federal com relação à validação dos rel6acionamentos homoafetivos. Apenas temo que as consequências desse reconhecimento acabem com o direito de expressão dos heterossexuais. Parabéns ao STF pela ousadia em prol da liberdade e igualdade, só não me venham obrigar a ensinar meus filhos que a homossexualidade é uma atitude certa a se tomar.
MARCOS DIONE DE SOUZA (estudante) - Jardim Alegre
Correção
- Diferentemente do informado na matéria ''Comunicação e jornalismo em debate'' (Folha2, pág.3, 25/05), a participação do jornalista José Castello no XII Intercom Sul foi cancelada. Em seu lugar, participa Sérgio Vilas Boas.





