Para pensar
Palavras de Rubens Pereira de Oliveira, 47 anos, transplantado de fígado, ditas na reportagem ''Transplante com metade do fígado é bem-sucedido'' (Geral, pág.8, 06/05): ''É uma cirurgia muito arriscada, infelizmente bebi por muito tempo e ocasionei isso ao meu fígado''. Quando condeno o vício não me refiro ao alcoólatra inveterado, mas exatamente ao risco que correm os que acreditam que beber socialmente não faz mal. O álcool corroe o organismo, fígado acima de tudo, e, ao longo do tempo, mata por cirrose ou outras patologias. E os gastos com tratamentos, internamentos, acidentes, brigas e confusões dentro e fora dos lares como se noticia todos os dias! Acabar com a propaganda de que esse maldito vício tem algo de bom, deveria ser uma prioridade de todos. Autoridades, façam alguma coisa! Jovens não entrem por esse caminho sem volta.
EDGAR BAER (advogado) - Londrina



Mais blitze
Nos últimos anos Londrina cresceu e prosperou, e na mesma proporção a criminalidade: roubos, seguestros-relâmpagos, etc. Nossas autoridades devem preparar-se para acompanhar esse crescimento e procurar estratégias que coíbam a criminalidade ou a cidade voltará à estagnação, visto que ninguém quer investir ou morar próximo da violência. Sugiro que a Polícia Militar crie um pelotão de blitz que atue dia e noite todos os dias, inclusive finais de semana e feriados quando recebemos visitantes da região. Gente de bem não se incomoda em ser barrado nas blitze. Tal medida reduziria a criminalidade. Basta o poder público querer e a população exigir !
LUIZ FERNANDO BRAVO (empresário) - Londrina



Violência gratuita
A todo momento nos deparamos com atos de violência gratuita. Moleques dando tiros em sinaleiros porque não se quer dar o relógio ou porque simplesmente respiramos mais ansiosos ou com medo? A sociedade apenas assiste a isso e nada faz, mas devemos agir e pressionar nosssos legisladores para que mudem essas leis que favorecem somente os que matam e roubam. Socorro OAB!
ALOISIO MORTARI LOPES (engenheiro agrônomo) - Londrina


Multiplicação das igrejas
Causa estranheza e preocupação o número exagerado de igrejas que surgem em Londrina. Na reportagem ''Fenômeno evangélico multiplica igrejas (Folha Reportagem, 15/05), podemos constatar a fragilidade teológica de algumas novas portas que se abrem. Na reportagem um membro da igreja evangélica admite: ''Nem todas as igrejas estão fazendo o que deveriam''. Em outro trecho, o professor Wander de Lara Proença nos alerta: ''O reconhecimento (destes novos pastores), muitas vezes, é medido pelo carisma do líder''. Para depois concluir: ''Não é o caso do sacerdote que, necessariamente, é credenciado e formado por uma instituição''. Na mesma matéria nos diz um outro pastor: ''Gente despreparada usando o nome de Deus e isso acaba por prejudicar que faz um trabalho sério''. Uma émerita professora nos fala: ''Existe uma demanda real, um público para essas igrejas com foco na teologia da prosperidade, que é questão da barganha, da troca''. Por esta fragilidade e inconsistência é que precisamos refletir melhor na hora de mudarmos de denominação religiosa.
EDSON MEDARDO SCARCHETTI (bacharel em Teologia) - Londrina




Correção
- Diferentemente do informado no texto que complementa a manchete de ontem ''Conflito agrário ameaça brasiguaios'', o protesto de agricultores brasileiros em Foz do Iguaçu será hoje.

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