CARTAS
'Autódromo Arthur Thomas'
Não basta só radar móvel na Avenida Arthur Thomas. Tem que colocar o radar fixo em vários pontos e voltar o quebra-molas. Quando não há fiscalização, a avenida vira um autódromo. E não são só os cidadãos comuns que abusam. Tem para todos os gostos: carros de empresas, ônibus, imprensa, etc. Se a intenção é salvar vidas algo precisa ser feito logo, antes que mais pessoas morram.
EVANDER MARAN (contador) -Londrina
Asfalto sumiu!
Tomei conhecimento de que o prefeito Barbosa Neto irá inaugurar hoje a horta comunitária do bairro Vale Verde, que faz parte da Associação de Moradores que presido. Quero dar uma sugestão ao prefeito: vá de ônibus. Tome o coletivo da linha 201-Califórnia que o deixará bem em frente à horta. E que também lhe permitirá perceber o estado deplorável do asfalto no entorno da horta e nos demais bairros próximos, principalmente no Vale do Cambezinho, onde há apenas buracos e pedras que ''voam'' contra os pedestres quando os veículos passam.
NINA CARDOSO (presidente da Associação de Moradores do Vale do Cambezinho e Adjacências) - Londrina
'Vibrógrafo'
Sobre a reportagem ''Equipamento que reduz apagões é desenvolvido na UEL'' (Geral, pág.7, 10/05), devemos louvar o empenho dos estudantes da UEL na invenção do ''vibrógrafo''. O único problema é que, enquanto existir ministro da casta de Edison Lobão nas Minas e Energia, nem a construção de mais dez Itaipu, exclusivamente nacional, irá evitar os apagões ou baratear o preço da energia elétrica.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé
Falta punição
Até quando veremos essas empresas desviando verba pública da saúde em Londrina? No ano passado foi o Ciap, que além do desvio não pagou os funcionários. As empresas que entraram há menos de seis meses também. Isso tudo ocorre porque em nosso País as pessoas fazem o que querem e ficam impunes, infelizmente. Em Londrina já está passando dos limites.
ANA ILZA DA SILVA (professora) - Londrina
Tarifa de água
Em resposta à leitora Maria Regina Minto Reyes (Cartas, 12/05), a Sanepar esclarece que a tarifa de água estava congelada desde janeiro de 2005. Nesse período, até janeiro de 2011, a inflação (IPCA) acumulada foi de 34,1%. O salário mínimo nacional aumentou 70%, a energia elétrica e a telefonia acumularam, ambas, um reajuste de 22,4%. Os principais custos da companhia (pessoal, material para tratamento de água e esgoto, energia e serviços de terceiros) aumentaram, em média, 39%. Portanto, o reajuste de 16% representa apenas a correção de custos para que a Sanepar mantenha a qualidade em seus produtos e serviços.
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA SANEPAR - Londrina
Reajuste da água
Com relação à opinião da leitora Maria R. M. Reyes, o último reajuste da água feito pela Sanepar foi em janeiro de 2005. Nesse período de 6 anos a inflação foi de 34,1%, bem acima dos 16% aplicados na tarifa este ano, propiciando um valor de R$ 34,15 para um consumo mensal de 10m3 (água e esgoto), ou seja, o preço de uma garrafa de água 200 ml. por dia. Muito caro, não?
FLAVIO LUIZ ZAPPAROLI (aposentado) - Londrina
Correção
- Diferentemente do informado na matéria ''Uniões gays são oficializadas há dois anos'' (Geral, pág.10, 12/05), na maioria das vezes os casais optam pela comunhão parcial de bens.





