Outra vez?
Como reação ao massacre do Rio, o governo voltou a insistir no desarmamento da população. Concordo que armas são perigosas, mas especialmente nas mãos de bandidos. Portanto, desde que o governo nos dê provas de que acabou com todas as armas ilegais que entram livremente pelas fronteiras, e que os marginais, traficantes e criminosos estão sob o controle de forças policiais (e não o contrário), aí sim, ficaremos a favor do desarmamento geral e irrestrito. Do contrário, achamos que o cidadão honesto e pacífico não pode ficar, como carneirinho indefeso, à mercê dos que não têm escrúpulos e conseguem armas e munições ilegalmente, até de uso exclusivo das Forças Armadas.
SILVANO CORRÊA (economista) - São Paulo


Produtor esquecido
Mais uma ExpoLondrina se passou e com imenso sucesso, mas fico apreessivo ao ler notícias mostrando o aumento de venda de bens e animais e nenhum comentário de empresas que surfam no resultado da agropecuária brasileira. Sobre o Código Florestal que está por ser votado, nenhum banco ao menos disponibilizou uma linha de crédito específica a quem tem problemas em se adequar às novas normas que serão votadas. Até mesmo o banco oficial - considerado por anos o esteio da agricultura - se calou, nem uma palavra sobre investimentos específicos em recuperação de áreas para adequação ao novo código. Num momento como este, que se colhe uma das maiores safras em produtividade da história deste Estado aliada à presença do presidente em exercício, Michel Temer, deixaram passar uma chance única para se demonstrar respeito ao médio e pequeno produtor e oferecendo-lhe oportunidades para investir nos parâmetros da nova lei, deixando um pouco do lucro desta safra para o contínuo investimento em produtividade.
SAULO OLIVEIRA (agricultor) - Tamarana


País sem lei
O policial militar herói da chacina no Rio de Janeiro teve que atirar na perna do assassino, talvez por medo da retaliação dos defensores dos direitos humanos, mesmo tendo visto crianças mortas esparramadas pelo chão. É a triste sina de um país sem lei. Um ''entendido'' de segurança disse que o caminho é o desarmamento da população. Nossos defensores não conseguem ao menos impedir que criminosos continuem a comandar o crime de dentro das penitenciárias de ''segurança máxima''. Nossos ''exemplares'' políticos não conseguem elaborar leis que punam a bandidagem? Que diferença faz morrer todo dia pelas mãos de bandidos ou vez ou outra por erro do Judiciário? Tratamos os criminosos na cadeia que saem para matar cidadãos. Não bastasse isso, engordarmos a camarilha que ocupa as assemble3ias e repartições governamentais.
RUBENS ROMAGNOLLI (engenheiro civil) - Londrina



Dengue
A população e os responsáveis pela limpeza pública e saúde de Nova Fátima devem ficar atentos para o perigo da dengue e outras doenças. Cuidados e providências precisam ser contínuos. Os moradores podem colaborar denunciando os locais que oferecem perigo.

MARIA LAURA MARCOLINE e MARIA APARECIDA CERULI MARINHO (professora) - Nova Fátima



Herói de Realengo
O policial militar que atirou no criminoso que invadiu a escola de Realengo no Rio de Janeiro foi considerado herói e até promovido. Muito justo, pois evitou que a tragédia fosse maior. Não existe nenhuma dúvida com relação ao mérito do policial. E o menino que, mesmo ferido, teve a iniciativa de pedir socorro a este policial? Esse não é o verdadeiro herói? Como todo policial militar está preparado para esse tipo de ação, o do caso em questão não fez nada mais do que cumprir com sua obrigação. O verdadeiro herói é o menino que buscou ajuda para seus amigos. E ninguém falou nesse ato de bravura. Ele merecia pelo menos uma bolsa integral até terminar a faculdade.
TOCHITANE MITSI (gerente de restaurante) - Londrina



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