CARTAS
Ambiente ameaçado
O buraco na camada de ozônio atinge nível recorde no Ártico. Cenário em Jirau é de destruição. No Japão a radiação passa em cinco milhões de vezes o limite e a Tokyo Electric Power, empresa que opera a central nuclear japonesa, joga água radioativa no mar. Perguntamos agora para que serve tantas e tantas reuniões, viagens de governantes para abordar as questões ambientais? Imagine se fosse no Brasil e ambientalistas tivessem encontrado algum problema na Usina de Angra, o que teria acontecido? A radiação não tem fronteiras, não tem nacionalidade, essa radiação por acaso a que nível afetaráo o habitat marinho, o que acontecerá? Existem muitas perguntas, muitos desafios e o futuro das usinas faz parte desse pacote. O planeta está sendo judiado e é inevitável a discussão sobre mudanças na segurança nuclear.
ANDERSON SACHETIM GARCIA (bacharel em direito) - Londrina
Redução de políticos
Muitas pessoas acham que diminuindo o número de vagas nos legislativos acabaria com a corrupção. Estão enganadas, pois quanto mais vagas menor a chance de corrupção. Exemplificando, a Câmara de Londrinai tem 21 vereadores. Bastam 11 votos e, pronto, está aprovado qualquer projeto. Se tivéssemos 50 vereadores, aí sim seria mais difícil corromper 26 vereadores do que 11. A questão não é a quantidade de vagas e sim limitar o ganho dos políticos. Somente aqueles que tivessem espírito público de colaborar com o munícipio se candidatariam sem pensar em retorno financeiro.
ARMANDO OSSAMU SARUHASHI (consultor ambiental) - Londrina
Concerto da Osuel
Gostaria de parabenizar a Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina (Osuel), o maestro Daniel Richard Havens e o spalla Evgueni Ratchev pela apresentação do dia último 14/04 que abordou temas de filmes de Hollywood. O Teatro Ouro Verde ficou lotado, o que demonstrou o sucesso do repertório escolhido. Certamente, a apresentação merece ser repetida. Ainda há muitos temas de filmes célebres a serem explorados como O Poderoso Chefão, Psicose, Guerra nas Estrelas, Tubarão, dentre outros.
DOUGLAS HENRIQUE DE OLIVEIRA (estudante) - Londrina
Dor de cotovelo
O ex-presidente FHC chamou a oposição de fraca e, na mídia, fala mal do Lula, como se neste país tudo de bom se devesse a ele. Por que será que em 2010 na campanha de José Serra, ele nem aparecia? Agora esconderam Serra e ele volta atacar o governo do PT. Essa classe C que FHC quer conquistar foi a mesma que cresceu na época do Lula, que ele chama de ''povão''. Não custa lembrar que, quando presidente, Fernando Henrique chamou os aposentados de ''vagabundos''. Para quem pensa que foi FHC que deixou tudo de bom no Plano Real, se esqueceu do superavit da balança comercial de US$ 54 bilhões deixado pelo Collor. Foi com este lastro que criaram a URV, e depois Real.
ANCILON DE SÁ NETO (microempresário) - Campo Mourão
Correção
- Diferentemente do informado na nota ''Ganho real'' (Informe, pág.3, 21/4), o aumento dos servidores nos últimos seis anos foi de 51,68%.
- Por problemas técnicos o texto da matéria ''Documentarista indicado ao Oscar é morto na Líbia'' (Mundo, pág. 6, 21/04) não foi publicado e acabou sendo substituído pelo da reportagem ao lado ''Estudo diz que homens atraentes têm dedos longos''.
■ As cartas devem ser digitadas, ter no máximo 10 linhas e vir acompanhadas da fotocópia do RG, endereço, telefone e profissão/ocupação do leitor. Via internet: ter no máximo 10 linhas, nome completo, endereço, telefone, RG e profissão/ocupação. As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal. E-mail: opiniao@folhadelondrina.com.br





