CARTAS
Angústia do SAS
O que sempre foi uma maravilha transformou-se num pesadelo. Estou falando do antigo Instituto de Previdência do Estado (IPE). Ao passar suas atribuições para o Serviço de Assistência à Saúde (SAS) desencadeou em todos os funcionários mais angústia do que alegria. Além da demora para agendar consultas e exames, temos que suportar longas horas na fila e o mau humor de alguns atendentes. Nem parece que somos contribuintes do Estado. Quanto mais precisamos de atendimento rápido e eficiente, mais somos tratados como indivíduos sem nenhum passado profissional. Uma consulta para um cardiologista solicitada no dia 24 de março só foi agendada para o dia 7 de julho. A sigla SAS está mais para ''Sorte Amarga do Servidor''.
ESMERALDDINO FRANCO (professor) - Londrina
Saúde e bancos
O Procon de Londrina autuou 30% das agências bancárias da cidade. Se o Procon tivesse visitado os postos de saúde, o índice provavelmente chegaria a 99% de autuações. Nenhum ser humano consegue entender por que existem tantas regras para os bancos e nenhuma para outros setores muito mais prioritários para a sociedade. No setor bancário existe concorrência e os usuários podem mudar de banco a qualquer momento. Já nas questões de saúde, segurança e justiça as opções da população são bem menores e com custos diferentes. Atenção, vereadores que se dizem representantes do povo: por que não criar leis e cobrar sua aplicação na questão da saúde?
PAULO MAURICIO ACQUAROLE (gerente de negócios) - Londrina
Caos no trânsito
Entrar na rotatória entre as avenidas Maringá e Ayrton Senna nos horários de pico é praticamente impossível para quem vem pela Rua Bento Munhoz da Rocha Neto. O fluxo contínuo de veículos que vêm da Maringá e da Rua Joaquim de Mattos Barreto não permitem que se entre na rotatória sem correr risco de abalroamento. Risco maior ainda para pedestres que caminham ao redor do lago e que não dispõem de sinalização. Há bem pouco tempo o mesmo transtorno se dava para quem pretendia cruzar ou entrar na Rua Faria Lima, subindo a Joaquim de Mattos Barreto. A colocação de um sinaleiro no entroncamento eliminou os riscos do cruzamento facilitando a vida de milhares de usuários. Tal solução urge ser implantada nas vias de acesso à Gleba Palhano, região que concentra considerável aglomerado humano e comercial.
ROSÂNGELA MARIA H. BONICONTRO MIRANDA (bancária) - Londrina
Alencar e o SUS
É justa a homenagem a esse grande homem chamado José Alencar. Ele começou a trabalhar com sete anos de idade e se tornou um grande empresário. Lutou por mais de uma década contra essa doença e não deixou de trabalhar e de colocar suas ideias para o bem do Brasil. Por ser um homem muito rico é certo que seus recursos também ajudaram a combater o câncer. Se fosse um trabalhador com tal doença, teria morrido há muito tempo já que dependeria do nosso sistema único de saúde (SUS) que está com uma doença crônica.
LINCOLN LIMA (empresário) - Londrina
Sem endeusamento
Não é de se vislumbrar tantas qualidades no ex-vice-presidente José Alencar. O fato de nunca vê-lo envolvido diretamente nos inúmeros casos de roubalheira durante os oito anos do governo Lula é o mínimo que se espera de um político, que assim agindo apenas cumpre a sua obrigação e o seu juramento constitucional. Também não se viu de Alencar o interesse na apuração dos fatos. Ainda negou-se à realização de um exame de DNA de uma suposta filha que o interpelou judicialmente. Como se vê, endeusá-lo agora é o mesmo que atribuir importância à àgua da salsicha após consumido o produto.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé
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