Lavanderia popular
 A imprensa parece uma lavanderia onde todo político gosta de lavar suas peças de roupa suja. Graças a essa lavanderia ficamos sabendo de sujeiras antigas que nunca seriam lavadas aos olhos do povo. Alguns políticos exageram e acabam jogando na lavanderia peças íntimas um do outro. Com isso, prestam um desserviço ao município e ao povo. Usam a Câmara de Vereadores que é muito mais do povo do que deles, como uma ferramenta de vingança e isso o povo conhece bem. Em Londrina, até pelo fato de a Câmara ter sido muito mal falada no passado, os vereadores têm que abrir os olhos, pois o povo já não é tão desinformado como eles possam pensar e sabe quem trabalha em prol da cidade e quem age em benefício próprio.
SEBASTIÃO CALMEZINI (comerciante) - Londrina

Ficha Limpa

  Ao decidir pela aplicabilidade da Lei Ficha Limpa somente a partir de 2012, o Supremo Tribunal Federal nos mostrou como se escreve totalmente errado em linhas milimetricamente retas.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé

Chega de queimadas!

  Em apoio à leitora Vivian Jacques de Oliveira (Cartas, 23/03), gostaria de salientar que fazer queimadas urbanas é proibido por leis, como a Lei de Crimes Ambientais; Código de Posturas do Município de Londrina; Constituição da República Federativa do Brasil (artigo 225). Podemos ainda citar a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Gosto de distribuir panfleto quando vejo alguém cometendo esse crime. Todo cidadão que faz queimadas está cometendo um crime e deve ser punido. Muitos virão com a desculpa de que há coisas mais importantes com que se preocupar. Sim, há: a saúde de todos os cidadãos e o bem comum da sociedade. Todos temos o direito de respirar ar limpo.
DOMINGOS SÁVIO PEREIRA (administrador de empresas) - Londrina

Arthur Thomas

  Esta avenida está se tornando o corredor da morte em Londrina. Todo mundo está vendo. Só as autoridades de trânsito do município não enxergam. Quando morreu um motoqueiro em outubro, liguei para a CMTU e sugeri o fechamento do canteiro central da Arthur Thomas com a Rua Serra dos Parecis, que não vai prejudicar os motoristas. É só subir uns 50 metros para se cruzar a avenida. Alertei que se nada fosse feito poderiam ocorrer mortes. E foi o que aconteceu na madrugada do último dia 20, quando duas pessoas morreram vítimas de um acidente. Aproveito este jornal para avisar sobre outro ponto perigoso: Arthur Thomas com a Rua Serra da Maracaju. É preciso colocar semáforo ou lombadas. Se isso não for feito, vidas serão ceifadas.
BENEDITO PEDROZO (aposentado) - Londrina

Resgate do passado

  A FOLHA está realmente de parabéns por ter na página de Opinião a seção ‘‘Há 40 anos’’. Trata-se de um verdadeiro resgate dos velhos e bons tempos, quando éramos felizes e não sabíamos.
LUIZ CARLOS DE AGUIAR (músico) - Cornélio Procópio

Nós e o Japão

  Estamos tristes e preocupados com a tragédia ocorrida no Japão, principalmente, com os descendentes nipônicos que fizeram a rota inversa de seus antepassados. Numa disputa com a natureza ninguém é capaz de controlar a situação, e foram três golpes certeiros: terremoto, tsunami e vazamento radioativo. Espremidos entre oceanos, os japoneses são a terceira potência, imaginem, com as terras do tamanho do Amazonas ou do Pará!
MÁRIO FUZETO (técnico contábil) - Itambaracá

FOLHA digital

  A edição digital da Folha de Londrina está uma beleza, inteirinha na tela do meu computador. Que beleza e maravilhosa é essa tecnologia. Parabéns a todos da FOLHA.
ANTONIO PEREIRA (contador) - Londrina

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