CARTAS
Dengue
Sobre as cartas ''Cidade Limpa'' e ''Falta consciência'' (Cartas, 04/02), é evidente que a cidade começou a ter mudanças fundamentais ao desenvolvimento, pois aplica uma revisão conceitual de poluição visual e a ação é relevante para a qualidade de vida. Quanto à dengue, é relevante saber que o poder público deve intervir em estabelecimentos que operam em desacordo e que põem em risco toda a comunidade. Na Vila Nova tem um ferro-velho que funciona em condições impróprias com material exposto. E o que tem sido feito pelas autoridades para sanar a dengue que todo ano se repete?
ODILA APARECIDA CASTOLDI (servidora pública) - Londrina
Tem jeito sim!
A tomada de posição do deputado Valdir Rossoni, na condução da Assembleia Legislativa, nos faz ver uma luz no fundo do poço. Quando praticamente já não tínhamos nenhuma esperança no ressurgimento da ética e moral na Assembleia fomos pegos de surpresa com o posicionamento firme e determinado do deputado. Que este posicionamento seja um exemplo para os políticos brasileiros que na sua maioria só pensam no famoso tomá lá dá cá. Esperamos que essa sua firmeza de início de mandato perdure até o final do mesmo.
HELIO BATISTELLA (agricultor) - Londrina
Mudança de itinerário
Concluídas as obras na PR-445 com a Avenida Harry Prochet notamos um acréscimo no comprimento das guias que balizam a marginal da rodovia e a Rua Lins de Vasconcellos. Este acréscimo impede a conversão à direita dos ônibus, dos caminhões e dificulta até mesmo veículos médios. Daí, os condutores dos ônibus terem mudado o percurso que servia ao Conjunto Vivendas do Arvoredo. Após abaixo-assinado dos moradores, a CMTU suspendeu o trajeto do ônibus e retirou o ponto do coletivo das proximidades da portaria do loteamento fechado. Insensata decisão deixou usuários revoltados e expostos a longas caminhadas por lugares ermos e ladeados de mata. Por favor, vamos rever essa decisão e garantir os direitos mínimos aos usuários do transporte coletivo.
CÉLIO JOSÉ SCHNEIDER (psicólogo) - Londrina
Fé pública
O policial militar possui fé pública, então, se ele inventar uma multa de trânsito que não houve você terá que pagar. Não existe nada que possa mudar essa situação. Para contratar um advogado fica mais fácil pagar pelo que não se fez certo? Sim essa é a lei neste País, pois todos são culpados até que se prove o contrário. Se passarmos no sinal verde e o PM disser que é vermelho, assunto encerrado! O Estado concede fé pública para proteger a sociedade e não o contrário. É difícil sentir mais medo da polícia do que o bandido.
EDER SANTINI (vendedor) - Londrina
Troco da natureza
Ao ler a carta do dr. João Nelsi Lukenczuk (Cartas, 30/01), lembrei-me de um comentário ouvido quando acontecia o Fórum Internacional de Defesa do Meio Ambiente. Uma pessoa muito lógica disse que estavam todos discutindo como salvar o planeta, mas que ele achava que seria mais producente se as pessoas começassem a discutir ''como se salvar do planeta, porque ele estava começando a dar o troco''. Ele tinha razão. A natureza se cansou de nos aturar e está dando as ordens. E elas não são benéficas para os seres humanos, infelizmente.
NINA GRAÇA CARDOSO (psicóloga) - Londrina
Direitos iguais
O Brasil têm solução para os desmandos contra os cofres públicos patrocinado pelos ex-detentores de cargos eletivos. Basta seguir a lei no que tange o regime geral da Previdência, ou seja, aposentadoria especial para os trabalhadores que trabalham em locais insalubres, que recebem periculosidade ou que exerçam o magistério. Que os vorazes pelo dinheiro público estudem a Constituição Federal, e que o Judiciário aplique a lei.
SÉRGIO ANDREKOWICZ (professor) - União da Vitória





