Guardas municipais
Faço caminhadas tanto no Zerão quanto às margens do Lago Igapó e não é infrequente, isto quando eles estão presentes, encontrar os guardas municipais concentrados em um único espaço, às vezes, até seis deles jogando conversa fora. Enquanto isso nós, frequentadores, ficamos sem segurança alguma com medo até mesmo de fazermos o trajeto completo ao redor do lago. No último dia 30/01, perto do Iate Clube, visualizei somente dois guardas municipais e passou uma viatura com cinco deles dentro também todos batendo o maior papo. Pergunto ao secretário de Defesa Social, Joaquim de Mello: não estaria na hora de distribuir melhor seus comandados?
ALCIONE DE MELLO E SILVA (médica) - Londrina

Gastança
Nossa Sercomtel continua sendo a grande mina de ouro de Londrina. Pagou R$ 90 mil de despesas do Flamengo durante sua pré-temporada na cidade. A alegação que isso foi um investimento e gerou grandes benefícios para a cidade é a mesma usada por quase todos os prefeitos com as viagens ao exterior alegando busca de recursos e investidores. Se provarem que isso resultou em algum benefício, poderemos acreditar e até nos convencer que o dinheiro agora gasto trará retorno. Nada mais é do que uma forma de gastar mal o dinheiro público. Questionar a moralidade e a legalidade disso é dever de todos, principalmente, dos poderes competentes.
WALTER COSTA BARROSO (cirurgião dentista) - Londrina

Visual dos coletivos
Considero importante as melhorias em prol da comunidade, mas é inconveniente a atual pintura dos ônibus coletivos. São verdadeiras poluições visuais, dificultando a identificação por parte dos usuários e também se o veículo está lotado ou não. Seria importante valorizar a nossa cidade com medidas de melhorias aos usuários como proteção da chuva, vento e sol nos pontos e a identificação do itinerário com os horários. São adequações necessárias em respeito ao ser humano. Gostaria que esta medida fosse repensada favorecendo os usuários, incluindo os idosos e os que possuem deficiência visual.
RAQUEL HIROKO MIYASAKI GOZI (farmacêutica) - Londrina

Caso Battisti
É o ápice da ignorância do governo brasileiro não extraditar o ex-ativista Cesare Battisti para que ele ‘‘se vire’’ com a justiça italiana. Com tantas questões relevantes a serem debatidas e resolvidas, preferem ficar segurando uma batata que, além de quente, nos parece podre.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé

Descaso no Lago Norte
O Lago João Júlio de Medeiros Neto, conhecido como Lago Norte, clama por ajuda. E os vilões da história são a Prefeitura de Londrina e a população. A Prefeitura não coloca lixeiras e a população deposita o lixo às margens do lago. A Prefeitura não coloca quebra-corpo e placas proibindo circulação de veículos na pista de caminhada, e os frequentadores têm que dividir seu espaço com motoristas. Aliás, o que sobrou da pista, pois o trânsito já eliminou a pedra de brita do local dando espaço à poeira e aos buracos.
DOUGLAS HENRIQUE DE OLIVEIRA (estudante) - Londrina

Que desilusão!
O governo está mesmo disposto a conceder o lauto salário mínimo de R$ 545 em detrimento dos parcos salários dos políticos? Mais que isso inviabilizará o equilíbrio da política econômica? Pouco antes de se fecharem as cortinas da legislatura passada, o Congresso reuniu-se (não houve faltas nessa reunião) e os parlamentares a toque de caixa votaram o aumento dos próprios salários com reajuste de 63%. Tem ainda a aposentadoria para ex-governadores! Isto é democracia? E não querem que aumente a criminalidade! Que saudades do Figueiredo!
MARÍLIA DE ALMEIDA (professora) - Londrina

Correção
- Ao contrário do publicado na matéria ‘‘Poder paralelo não era segredo, diz Rossoni’’ (Política, pág. 5, 04/02), o inquérito civil do Ministério Público sobre a nomeação como servidor comissionado no gabinete de Valdir Rossoni de um piloto que trabalhava para ele fazendo serviços particulares foi instaurado em junho de 2010.

- As cartas devem ser digitadas, ter no máximo 700 caracteres (10 linhas) e vir acompanhadas da fotocópia do RG, nome completo, endereço, cidade, telefone e profissão ou ocupação. As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal.
E-mail: [email protected]

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