Não ao laranja
A laranja é uma fruta muito boa e quase todos gostam de saboreá-la. Agora, ''o laranja'' é aquele que assume o lugar do outro na hora da ''bronca''. Na política é quase natural usar um ''laranja'' para disfarçar feitos negativos. As Oscips e as ONGs são muito usadas por políticos como um canal por onde se desvia grande quantidade de dinheiro público, e sempre tem um dando uma mãozinha para aprovar projetos. A sociedade tem que descobrir um herbicida que aniquile o ''laranja'' ou quem o usa para seus feitos que trazem prejuízos para a nação. E isso tem que ser urgente, pois eles aumentam a cada campanha. SEBASTIÃO CALMEZINI (comerciante) - Londrina


Exemplo a seguir
Sobre a matéria ''Onde religião e política se 'entrelaçam''' (Política, pág. 4, 26/12), o exemplo do prefeito de Sabáudia precisa ser seguido. Independentemente da religião, Deus precisa estar no comando de tudo. Todas as vezes que um governante deixou Deus de lado vimos no que deu: guerras, corrupção, etc. Um prefeito que se preocupa com a vontade de Deus é uma pessoa que mais ajuda do que atrapalha a vida de uma cidade.
JULIO RODRIGUES DE MELLO (vigilante) - Londrina


Incoerência
Na reportagem ''Onde religião e política se 'entrelaçam''', o prefeito de Sabáudia espalhou pela cidade placas com dizeres bíblicos tentando incutir na população, goela abaixo, um pseudoconhecimento do Livro Sagrado. Num momento delicado no qual se procura tirar de repartições públicas, por meio da lei, símbolos cristãos para tornar o Estado laico, quer este senhor caminhar ao arrepio da lei. Em Mateus 22, 21b Jesus nos ensina: ''Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus''. Esta é uma prova inconteste que a administração pública não deve se misturar aos ensinamentos divinos.
EDSON MEDARDO SCARCHETTI (bacharel em Teologia) - Londrina


Festa em motel
O deputado federal Pedro Novais, futuro ministro do Turismo de Dilma Rousseff, mostra uma disposição de um jovem, pois com a idade um pouco avançada - 80 anos - não economizou energia e nem dinheiro para praticar uma ''festa'' em um motel. Queria dar um recado ao futuro ministro: quer fazer a sua ''festa''? Então, não faça com o nosso dinheiro.
LINCOLN LIMA (empresário) - Londrina


Pura heresia
Lamentável as colocações do professor Marco Antonio Neves Soares no artigo ''A UEL e as denominações religiosas'' (Espaço Aberto, 27/12), no qual ele faz uma descrição histórica interessante e demonstra saber aspectos íntimos da tramitação do processo movido pela Procuradoria Geral da União, mas nas entrelinhas descreve considerações de opinião muito pessoal. O texto está mais para um grito desesperado das minorias. Estado laico e universidade laica são situações diferentes e bem distintas. Além disso, utilizar palavras como interdição dos serviços religiosos e ao mesmo tempo afirmar que isso é um avanço democrático é pura heresia. Não há religião oficial na UEL. Há sim pessoas normais, seres humanos e mortais como o senhor, que somente querem ter o direito de acreditar em algo mais sublime, talvez muito além do seu quadrado.
AMADEU VIEIRA SOBRINHO (corretor de imóveis) - Londrina

mockup