Que vergonha!
O verdadeiro político deveria usar o poder parar servir a população, mas o que acontece é o contrário: entram lá só para se servir. E ainda temos que ouvir de um político famoso do Paraná que, segundo ele, está pagando para trabalhar e por isso pediu aposentadoria. E o povo, como fica? Temos uma carga tributária de primeiro mundo e os serviços que recebemos são de terceiro. Temos que escolher melhor nossos representantes. Político tinha que ser ''exemplo'' e, lamentavelmente, não é isso que acontece.
JOÃO ELIAS CALHEIROS (engenheiro agrônomo) - Londrina


A quem recorrer?
o povo brasileiro está se sentindo humilhado, enganado e traído pelo abusivo aumento dos salários dos deputados federais e senadores. São políticos com belos discursos e falsas promessas de lutar pelo bem-estar e melhoria de vida da população (justiça social, erradicação da pobreza, etc). Somos obrigados a engolir tudo isso? Não podemos assistir tudo isso de braços cruzados. Conclamo as entidades e associações de classe com representação nacional, como OAB, CNBB, rotary, lions clube, maçonaria, etc., a se juntarem para protestar contra esse absurdo.
ARLINDO DA COSTA (empresário) - Cambé

Votar melhor
Concordo com o leitor José Borges de Souza (Cartas, 16/12) sobre a injustiça das aposentadorias de R$ 24 mil paga aos ex-governadores Roberto Requião e Alvaro Dias, mas o pior é o que os políticos fazem todo dia e ninguém reclama. Exemplo: aumento dos seus próprios salários com índice superior a 60%, enquanto o salário mínimo nunca passa de 11%. O que falar então dos milhares de assessores que eles têm e que praticamente nada fazem e recebem polpudos salários? O que falar das passagens aéreas ''para baixo e para cima'' toda a semana? O que falar da ''ajuda'' para correios, veículos, aluguel e assistência médica? E só tem um jeito de acabar com tudo isso: escolhendo e votando melhor.
JOSÉ CARLOS FARINA (advogado) - Rolândia

UEL laica
Sobre a matéria ''Missa em ação de graças gera polêmica'' (Geral, pág. 7, 17/12), uma cerimônia religiosa não foi mais realizada este ano nas dependências da UEL em consequência de uma notificação da Procuradoria Geral da União à universidade. O arcebispo emérito de Londrina disse que ''os ateus iniciaram uma guerrilha no espaço sagrado da UEL'' e depois invocou a defesa dos direitos humanos. Como servidor da UEL, estou plenamente de acordo com a decisão da PGU e solidário ao professor de História que motivou a ação e não faço parte de qualquer guerrilha. Ao contrário do arcebispo, não acho o campus da UEL um espaço sagrado, mas sim um espaço para a disseminação da ciência, tecnologia e cultura que contribuem para a evolução social. Respeito todas as opções religiosas e entendo que elas já têm espaços suficientes para as suas práticas.
AIRTON NOZAWA (professor) - Londrina


Prisão especial
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara, em muito boa hora, quer aprovar o fim da prisão especial para portadores de diplomas de curso superior. Exatamente por teoricamente terem mais conhecimento que os outros, os doutores têm que dar o exemplo e não devem cometer crimes. E se o fizerem, que paguem de forma igual ou maior que os demais.
HABIB SAGUIAH NETO (bancário) - Marataízes (ES)

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