CARTAS
Tropa de Elite 2
Ficou difícil precisar onde termina a ficção e começa a realidade dentro dessa obra cinematográfica que mostra a triste realidade do envolvimento da política, passando pelo mundo do tráfico, da prostituição e da corrupção no alto comando policial de uma milícia organizada. Uma coisa ficou clara: a imprensa livre trazendo a boa informação esclarece o povo, o legítimo detentor do poder, a quem todos devem obediência.
ANTONIO PEREIRA (contador) - Londrina
Região metropolitana
Com relação à matéria ''Beto propõe a criação de Regiões de Desenvolvimento'' (Política, pág. 6, 11/11), não importa o nome que se dê às regiões metropolitanas (RMs), o que vai importar é como irá ''aliviar'' a sobrecarga que as cidades vizinhas trazem às RMs. Gostaria que fossem melhoradas as condições de vida das cidades-satélites para que o povo tenha mais segurança, saúde, emprego e mais lazer e deixassem de depender tanto da cidade-polo.
JOSÉ CARLOS FARINA (advogado) - Rolândia
Muitos heróis
Foi emocionante participar do desafio ''Meu Primeiro Triathlon'' no último domingo. Os olhos das crianças brilhavam, pois estavam diante de tantos heróis, os bombeiros, o ciclista Luciano Pagliarini, os pais e outros presentes. No cerimonial o Hino Nacional que já está sendo esquecido por nossas crianças e o juramento para firmar que fariam tudo correto. Os heróis desse evento foram todas as crianças que participaram.
JOSÉ APARECIDO RODRIGUES (sargento do Corpo de Bombeiros) - Londrina
Voto do londrinense
O Editorial ''O voto do londrinense'' (Opinião, 07/11) corrige os equívocos de se atribuir exclusivamente às gestões de Nedson e Barbosa a estrondosa vitória local de José Serra, mas também comete o equívoco de dizer que a derrota local de Dilma seja atribuída ao fato de que em Londrina o povo parece ler mais. O que aconteceu em Londrina foi a combinação simultânea de pelo menos quatro fatores: o fator Belinati, o desgaste do PT, o sobrenome Richa bem representado por Beto que nasceu em Londrina e a associação de Requião a Osmar. A leitura que o eleitor faz da política nacional não é isenta de fatos locais.
LAFAYETE DOS SANTOS LUZ (engenheiro eletricista) - Apucarana
Voto em Londrina
O Editorial ''O voto do londrinense'' comete um equívoco quando afirma que ''ao contrário do que ocorre no Brasil, aqui o povo parece ler mais''. Caso isso fosse verdadeiro não teríamos elegido um prefeito com tantas ações na Justiça por improbidade administrativa nas eleições municipais passadas deixando o Brasil inteiro perplexo.
LAERCIO PIRES CARDOSO (representante comercial) - Londrina
Acil e o feriado
Com relação à opinião da professora Maria E. A. Moreira (Cartas, 10/11), reiteramos nossa expectativa de que os integrantes dos movimentos negros cumpram sua parte na criação de atividades que façam a valorização da cultura e da raça negra. Se o feriado foi criado para isso, não é aceitável que ele passe à história da cidade como mais um dos muitos dias de folga no calendário. Essa responsabilidade cabe àqueles que o sugeriram e defenderam. A Acil jamais tomou e jamais tomará qualquer atitude discriminatória. O suposto ''tratamento diferenciado para os diferentes grupos etnorraciais'' é uma ofensa.
NIVALDO BENVENHO (presidente da Acil) - Londrina





