Osmar e Londrina
Com relação à matéria ''Senador se queixa de aliado de Londrina'' (Política, pág. 5, 21/10) na qual Osmar Dias reclama da insuficiência de apoio do prefeito Barbosa Neto em sua campanha para o governo do Estado, será que o senador não percebeu ainda que se trata de com quem estava na eleição passada e a companhia de agora? Os próprios números citados por ele mostram exatamente isso. O senador ainda não demonstrou entender que, com a sua decisão, o Paraná perdeu dois representantes em Brasília: o próprio Osmar e o deputado Gustavo Fruet. Quem está rindo com sua vaga de senador é o PT.
SAMUEL CARDOSO DA SILVA (bancário) - Londrina

Londrina 'refratária'?
Sobre a matéria ''Para Gleisi, Londrina é 'refratária' ao PT'' (Política, pág. 5, 21/10), Londrina não é ''refratária ao PT'' como disse a senadora eleita Geisi Hoffmann. Prova disso é que elegemos um prefeito do PT duas vezes seguidas. O que a população de Londrina percebeu é que o PT não possui mais uma ideologia política definida, importando-se apenas em eleger o maior número possível de candidatos, não importando quais alianças e conchavos devem ser feitos para atingir o objetivo. A verdade é que o PT se tornou exatamente aquilo o que combatia, quando foi criado, se tornou o ''sistema''.
RODRIGO NOGUEIRA PORTO (analista químico) - Londrina

Recado das urnas

Será que os políticos londrinenses entenderam o recado das urnas? Aprovamos maciçamente Beto Richa e José Serra e deixamos claro a nossa rejeição pelo governo atual. Elegemos apenas um deputado estadual, enquanto Cascavel elegeu quatro. No Congresso Nacional, Cascavel colocou cinco deputados, enquanto nós apenas três e por reeleição, ou seja, público cativo! Pelo jeito, as lideranças políticas londrinenses não falam a mesma linguagem da população. E ainda se reúnem num manifesto ''Pró-Dilma presidente''?
ALCIR ANTONIO CHIARI (engenheiro agrônomo) - Londrina

Pintura da Concha
Sobre a matéria ''Concha é pintada de rosa'' (Geral, pág. 9, 21/10), também reconhecemos o valor de um monumento histórico e cultural como a Concha Acústica e, ao pintá-la de rosa, não tivemos intenção de modificá-la definitivamente e sim chamar atenção! Discordamos da diretora de Patrimônio Artístico e Histórico da Secretaria Municipal de Cultura, Vanda de Moraes, que não recomendou a pintura da Concha. Que referência melhor da nossa cidade para chamar a atenção e alertar outras pessoas sobre a luta contra o câncer de mama? Nós, moradores da região, consideramos a Concha ''nosso quintal'' e ficamos felizes de vê-la colorida e com gente tirando fotos. Pode deixar que a pintaremos de branco de novo em novembro.
ALZIRA ELIZABETH DE OLIVEIRA (membro do Movimento Outubro Rosa e do Grupo de Mulheres Corretoras de Imóveis) e RITA DE CÁSSIA FULGÊNCIO (dona de casa) - Londrina

Covardia
A neutralidade da Marina da Silva e do Partido Verde no 2º turno da eleição presidencial é condenável. Não podemos aceitar, principalmente, de Marina Silva esse posicionamento. A neutralidade deve ser entendida como omissão e covardia. O Brasil está precisando de políticos que se posicionem para que tenhamos um país melhor. Essa neutralidade possivelmente favorecerá um dos candidatos o qual não é a melhor opção para o povo brasileiro.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina

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