CARTAS
Palhaçada!
Na condição de ex-mesário em eleições realizadas com cédulas em papel, lembro-me das mensagens e palavrões escritas nas cédulas. Com a implantação das urnas eletrônicas o eleitor não possui mais a condição de se manifestar em relação aos maus políticos. A condição de revolta ocorre por intermédio do voto em candidatos que não terão a mínima condição de representá-lo, como é o caso do palhaço Tiririca em São Paulo. E o pior, a expressiva votação alcançada por Tiririca (em torno de 1,3 milhões de votos) faz com que ele leve para a Câmara Federal políticos ''mensaleiros'' e corruptos. Este é o resultado da irresponsabilidade do eleitor.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina
Pobre Londrina
Com relação à matéria ''Assembleia do PR troca 19 cadeiras'' (Folha Eleições, pág. 3, 04/10), mais uma vez fomos ''derrotados'' por cidades menores que a nossa no último domingo. Conseguimos eleger um único representante na Assembleia Legislativa. Reflexo dos rios de lama que ocorreram na Câmara Municipal. Fico na esperança que o novo governador lembre que seu pai foi uma pessoa muita querida em Londrina e que tenha um olhar carinhoso para a nossa cidade.
ROGEMAR MONTEIRO (servidor público) - Londrina
Vez aos idosos
Muito oportuno a reportagem ''Educação nos ônibus em prol dos idosos'' (Folha Cidades, pág. 1, 29/09). Creio que a frase vencedora do concurso promovido pela TCGL vai ser de grande valia para o usuário do transporte coletivo. Sou usuário e vejo falta de tolerância para com nossos anciãos, principalmente por parte dos jovens que ocupam o assento destinado aos idosos e não se levantam para lhes dar lugar. Esquecem que um dia serão idosos também. Vale ressaltar o palavreado de baixo calão que utilizam não se importando com quem esteja dentro do coletivo.
HUMBERTO LISBOA NONATO GEMA (seminarista) - Londrina
Respeito ao idoso
Com relação à matéria ''Educação nos ônibus em prol dos idosos'' fico feliz por alguém ter tomado uma atitude dessas, pois os jovens de hoje não respeitam somente os idosos como todas as outras pessoas nos ônibus. Sou usuária dos ônibus e já vivenciei várias situações de desrespeito, desde não ceder lugar aos mais velhos até palavrões proferidos na presença de idosos e crianças. Sem contar aqueles celulares barulhentos e com músicas horrorosas que todos são obrigados a ouvir. Não critico o gosto deles, mas também ninguém é obrigado a ouvir o que não quer.
ANA ILZA DA SILVA (auxilar administrativo) - Londrina
Paulo Ubiratan
Sobre a matéria ''Falece o jornalista Paulo Ubiratan'' (Geral, pág. 4, 04/10), Paulo Ubiratan era um autêntico londrinense: crítico, entusiasta e que trazia a história da cidade em seu coração. O gaúcho, que adotou o Norte do Paraná, desde os anos 80, foi um estimulador do resgate da memória do nosso passado. Sou testemunha do quanto incentivou jovens profissionais do jornalismo, dando-lhes oportunidades e do quanto incentivou o debate de ideias a respeito das ações políticas, educacionais e culturais da nossa região. Do seu microfone e do seu famoso bordão ''Trabalhador, trabalhadora, pensem nisso!'', fica o legado de um jornalismo ético e voltado aos interesses da comunidade.
ALDO MORAES (músico) - Londrina





