CARTAS
Política na escola
A escola precisa formar cidadãos para atuar na sociedade, começando pelos seus órgãos colegiados. Cidadãos conscientes que entendam que fiscalizar e exigir transparência na administração pública não é ser opositor de quem quer que esteja no poder, mas exercício de cidadania. Serviços públicos eficientes não são privilégio que nos são doados por quem está no poder, mas um direito que devemos ter acesso não só em tempo de eleição ou em discurso que se repete nas vésperas do pleito. É a sociedade que deve dizer aos líderes políticos qual o perfil de candidato que queremos e não o contrário.
JOSÉ SIQUEIRA DA MATA (professor) - Jaboti
Quebra de sigilo
Com relação à opinião dos leitores Antonio Pereira (Cartas, 05/09) e Ancilon de Sá Neto (Cartas, 06/09) que escreveram sobre ''quem não deve não teme'' e ''dor de cotovelo'', respectivamente, sobre a quebra de sigilo fiscal por parte de agentes do Estado brasileiro, é preciso destacar que a matéria não é tão miúda como quiseram demonstrar ambos os missivistas. A questão é muito mais grave. Trata-se de uma agressão ao direito fundamental dos cidadãos deste País, consagrado que está na Constituição da República, ou seja, o respeito devido por todos, mesmo os administradores de plantão, a um metaprincípio que informa o que seja um Estado Democrático de Direito. Por enquanto, felizmente para todos nós não se vive, ainda, sob a tutela de um Estado policial, mas a trilha pode estar sendo aberta.
RUY DE JESUS MARÇAL CARNEIRO (professor) - Londrina
Isonomia?
Outubro se aproxima. É o mês em que se comemoram o Dia do Professor e do funcionário público. O prefeito Barbosa Neto concedeu uma parcela das perdas salariais somente a uma parte do funcionalismo. E os outros? Onde está a isonomia? Até quando vamos ter que amargar essa dívida que já se arrasta há mais de 9 anos?
TANIA REGINA AIDAR (professora) - Londrina
Duplicação da PR-445
Sobre a matéria ''Londrina-Mauá da Serra duplicada em quatro anos'' (Folha Economia, pág. 3, 09/09), só vendo para acreditar. O Paraná não tem estradas decentes, em 12 anos de concessão e todo o dinheiro arrecadado para quê? Não devemos nos dar por satisfeitos e temos que cobrar sempre! Já fui pessoalmente à Econorte para ver o cronograma de obras e, pasmem, não tem! Só respostas evasivas, enquanto isso temos trecho sem duplicação, sem muros de contenção, curvas mal traçadas, sem terceira faixa, sem radar, sem passarelas.
ANTONIO SEVERO DE CASTRO JR (advogado) - Londrina
Recape asfáltico
Em atenção ao engenheiro Antonio R. Pacheco (Cartas, 13/09), relatamos que o programa de recape asfáltico do governo Barbosa Neto contempla toda a cidade, como as avenidas Winston Churchill e Francisco Gabriel Arruda (Zona Norte), além de parte da Saul Elkind. Também já estão sendo executados recapes nos jardins Orion, Bandeirantes (Zona Oeste); San Fernando, San Izidro e Monte Carlo, além da Robert Koch (Zona Leste). A segunda etapa é a instalação da Usina de Asfalto e a aquisição de equipamentos, que já estão licitados a um custo de R$ 9,3 milhões. Os recursos são do BNDES e Paraná Cidade. Com isso, o prefeito terá condições de, até o final de 2012, recapear todas as ruas da cidade.
AGNALDO JOSÉ DA ROSA (subsecretário de Obras) - Londrina





