Show de promessas
A época que mais gosto é a das eleições, principalmente, do horário político na TV. Acho o máximo quando os candidatos dizem que me amam, que vão fazer de tudo para me ver feliz, que de agora em diante a criminalidade estará resolvida, beijam meus filhos e dizem que eles terão escolas do mais alto nível, que todos terão emprego, as faculdades serão de graça, que serão duros com os políticos que roubarem, que vão diminuir o preço dos pedágios, etc. E não importa qual deles vença, dizem que vão resolver a saúde pública. Se de alguma forma, todos eles são ou já foram governo por que só agora as coisas vão se resolver?
OSVALDO SANTOS JR. (arquiteto) - Londrina


Av. Arthur Thomas
Gostaria de parabenizar a Prefeitura de Londrina pelo bom trabalho realizado na Avenida Arthur thomas, assim como muitas ruas e avenidas. A Arthur Thomas necessitava de um bom recapeamento há muito tempo. Aproveito para sugerir aos órgãos competentes que cuidam da arborização para que deem uma olhada com carinho no canteiro central daquela avenida: as árvores são de dar dó.
ILMO SCHIAVONI (comprador) - Londrina


Vamos limitar tudo!
Sobre a matéria ''Plebiscito discute concentração de terras'' (Política, pág. 4, 31/08), o resultado do plebiscito é previsível: a maioria esmagadora vai querer dividir o que não lhe pertence. Vencida essa etapa, sugeriria também novos plebiscitos para limitar o valor em dinheiro que cada brasileiro possa dispor, outro para limitar o número de propriedades urbanas.
ALFREDO LEÔNCIO DIAS NETO (advogado) - Barbosa Ferraz

Voto facultativo
Concordo plenamente com o professor Jonas Vieira da Costa no artigo ''Em defesa do voto facultativo'' (Espaço Aberto, 30/08). O voto é acima de tudo um direito e não uma obrigação, é um exercício de cidadania e não um fardo de penalidades. É a mais pura essência da democracia. O voto facultativo moralizaria e valorizaria o verdadeiro voto consciente. Sem a obrigatoriedade, muitos não teriam o menor interesse em votar, enquanto que os eleitores mais instruídos e conscientes das obrigações dos nossos governantes, certamente fariam questão de votar, levando assim ao poder os políticos com mais comprometimento com o povo.
LUIZ SILVIO BAPTISTA (comerciante) - Cornélio Procópio

Acessibilidade
Todos sabem que as pessoas deveriam ter o direito de ir e vir garantido por lei, independente de suas limitações motoras. Projeto para facilitar a mobilidade do indivíduo em áreas públicas, sabemos que existem. No entanto, na prática, há muitos terrenos sem calçadas, inclusive públicos. No Jardim Império do Sol, a falta de calçada no ponto de ônibus da Rua Arcindo Sardo obriga os pedestres a disputarem espaço na rua com os veículos. Como falar de acessibilidade, de demarcação especial para deficientes visuais e afins, se nem em terrenos públicos temos calçadas?
NILVA APARECIDA MEDEIROS KATAOKA (servidora pública) - Londrina


Contar histórias
Parabéns pela excelente entrevista ''Contação de histórias torna as pessoas mais interessantes'' (Opinião, pág. 3, 27/08). Contar histórias é a mais antiga das artes. Todas as crianças gostam de ouvir seus avós, pais e professores contando histórias. Educar é contar histórias. Os meus candidatos: Jesus Cristo e Walt Disney. O primeiro narrava em parábolas; o segundo o maior contador de história do século XX. O contador deve gostar do que faz e navegar na história.
MÁRIO FUZETO (técnico contábil) - Itambaracá

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