Sucateamento da Polícia
Vimos com muita apreensão a reportagem ''PR perdeu metade de seu efetivo em oito anos'' (Geral, pág. 7, 25/08) que aborba a redução de mais de 50% do efetivo na Polícia Civil do Paraná. Com certeza, será assunto dominante durante muito tempo, principalmente da seção de cartas. Enquanto a bandidagem cresce, a polícia encolhe. Despendem-se fortunas em campanhas políticas, fazem projeções de gastos exorbitantes para megaeventos em 2014 e 2016, no tempo em que aumentam-se o número de roubos, de assaltos, de invasão de casas, de assassinatos (até de delegado), etc. Não seria mais proveitoso se os generosos doadores de dinheiro para políticos fossem menos egoístas e destinassem recursos para investimentos nas áreas de segurança, educação e saúde?
JORGE MORIYO KUMAGAI (bancário) - Londrina

Efetivo policial
É impressionante a conquista negativa dos últimos 8 anos de governo no Paraná: reduzir à metade o efetivo da Polícia Civil e, por conseguinte, diminuir a segurança da população em igual proporção. E nos discursos do candidato tem como uma das metas a própria segurança. O Pelé estava certo quando disse certa vez: ''O povo não sabe votar''.
ALFREDO LEÔNCIO DIAS NETO (advogado) - Barbosa Ferraz

Mercados municipais
Com relação à nota ''Ivo, o destemido'' (Informe Folha, Opinião, pág. 3, 25/08), sobre a questão levantada pelo vereador Ivo de Bassi (PTN) de que os comerciantes estariam com medo de participar de uma licitação para ver quem tem direito de ficar com o uso dos boxes dos mercados municipais de Londrina, lembro que licitação no Brasil é sinônimo de fraude, desvio de verbas, ou seja, vale a força do ''QI'': simplificando, vai se dar bem aquele que for indicado. Se eu estiver mentindo, me expliquem as obras superfaturadas dos governos, as provas do Enem, da OAB, etc.
SERGIO RICARDO (segurança) - Londrina


Horário inútil
Mais uma vez chegamos àquela época do ano à qual somos obrigados a desligar nossos televisores ou procurar algum hobby para fazer enquanto esperamos o horário político terminar. Não entendo por que ainda somos obrigados a aguentar dois meses de horário político obrigatório na TV e no rádio em horário nobre? Já não basta os carros de som que a cada cinco minutos passam pelas nossas ruas? Há pelo menos um lado bom nisso tudo: economia de energia elétrica, já que não conheço uma única pessoa com paciência o suficiente para assistir a essa programação duas vezes ao dia durante dois meses. Qualquer coisa vale nessa época: ler um livro, fazer trabalhos da faculdade, limpar a casa.
SAMARA FULAN (estudante) - Assaí

Conhecer e respeitar
Muito bonita a reportagem ''Conhecer para respeitar'' (Folha Cidades, pág. 1, 21/08) sobre o lançamento do livro ''História de Vida'' que ajudou a integrar jovens e idosos. São sete jovens com suas histórias de vida para servir-lhes de inspiração, também para saber para onde irão e integrarem-se com os mais velhos. Isso nos faz lembrar a nossa juventude, os percalços que passamos e a sociedade que devemos construir para os nossos netos e bisnetos. O tempo é inexorável devemos aproveitá-lo bem, pois os jovens de hoje serão os idosos de manhã.
ANTONIO PEREIRA (contador) - Londrina

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