Tamanho do nariz
Sonhei que na minha cidade os caciques da política se reuniram e lançaram uma candidata a prefeito e um adversário tão fraco que nem campanha fez. Tudo acertado entre eles. No dia da eleição, os eleitores colocaram seus narizes de palhaço e foram às urnas. A mulher venceu. Agora parece que a história vai se repetir em nível nacional. O adversário não conseguiu nem um vice. E a mídia ainda tem a coragem de falar que é o eleitor quem escolhe! Só se for o tamanho do nariz de palhaço que ele vai usar no dia da eleição.
ALICIO MASSAN (engenheiro agrônomo) - Santa Mariana

Ponto eletrônico
Sobre a matéria ''Justiça derruba comprovante no ponto eletrônico'' (Folha Economia, pág. 3, 18/08), é importante ressaltar que nenhuma empresa é obrigada a adotar ponto eletrônico, pois a CLT permite também os registros ''manual'' e ''mecânico''.
EMERSON COSTA LEMES (contador) - Londrina

Copa no Brasil
O artigo ''O Brasil e a Copa de 2014'' (Espaço Aberto, 17/08) pela importância deveria ter sido publicado na primeira página. A denúncia é pertinente e começou com o jornalista inglês Andrew Sennings que efetuou uma série de denúncias e a Fifa e a CBF não conseguiram nenhum sucesso em desmenti-lo, pois ele está bem documentado. No livro ''Foul'', ainda sem edição em português, o inglês elenca toda a corrupção na entidade máxima do futebol e suas afiliadas. A ''nossa'' Copa vai custar ao bolso do contribuinte algo entre R$ 100 bilhões e R$ 120 bilhões. O inglês dá um conselho aos brasileiros: não construam, não reformem nenhum estádio, que a Copa sai do mesmo jeito.
ADEMAR AFONSO PINTO (musicista) - Londrina

É preciso ouvir
Concordo com a leitora Nidia F. Lamy (Cartas, 15/08) a respeito da necessidade de se ouvir e encomendar estudos junto ao Clube de Engenharia e Arquitetura de Londrina (Ceal) para tentar uma solução para o nosso querido Calçadão. Em Rolândia, na década de 80, um prefeito contratou um arquiteto para construir um calçadão. Ele ouviu apenas esse arquiteto e o resultado é que o povo não gostou da obra. Resultado: o prefeito mandou abrir uma pequena rua no meio do calçadão. O povo gostou, mas lhe resultou uma ação popular na Justiça.
JOSÉ CARLOS FARINA (advogado) - Rolândia

Usina de Mauá
Com relação ao Editorial ''O alto preço do desenvolvimento'' (Opinião, 14/8), argumentar que o Paraná consome apenas 25% da energia aqui produzida seria o mesmo que limitar-se ao crescimento vegetativo. Quanto ao ''choque ambientalista'', deveríamos consultar os moradores das cidades limítrofes às outras barragens, como Santa Helena, Santa Terezinha do Itaipu, etc., e verificaremos que elas cresceram e apresentam Índice de Desenvolvimento Humano acima da média do nosso Estado, sem que o ''caos'' ambiental que tais organizações pregam.
MOISÉS NAIME (engenheiro civil) - Londrina

Educar-se
Quero parabenizar a FOLHA DE LONDRINA por abrir espaço para esse mestre da língua portuguesa, o professor Dilson Catarino. A coluna Educar-se (Folha2, pág. 4, 18/08) além de ser um show de pensamentos positivos é também muito interessante para o conhecimento.
LUCAS CALVI (consultor de negócios imobiliários) - Londrina

Correção
- Diferentemente do informado no mapa do infográfico ''Onde Fica'' (Folha Cidades, pág. 1, 12/08), uma das três sub-bases de exploração de petróleo no Noroeste do Paraná fica em Engenheiro Beltrão.

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