O regresso
No que tange ao mandato do pleito municipal de Londrina, cabe lembrar apenas o seguinte: ''Ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória'' (art. 5º inciso LVII, CRFB/1988)''. Nesse passo, o sr. Antonio Belinati poderá sim pleitear seu cargo eletivo, uma vez que o povo londrinense o elegeu outorgando-lhe o cargo de prefeito. Ou respeitamos nossa Constituição Federal ou decreta-se o Estado absolutista da opressão.
JOÃO MORET (advogado) - Porecatu

Volta de Belinati
Sobre a matéria ''Decisão do TC-PR reacende esperança de Antonio Belinati'' (Política, pág. 4, 05/08), com todo respeito e admiração que tenho pelo sr. Antonio Belinati, se realmente ele ama Londrina deve abrir mão dessa conquista. Ele melhor que ninguém sabe que assumir um mandato no meio da gestão é um grande prejuízo para cidade e, principalmente, agora que as coisas estão andando deixe Londrina crescer e se desenvolver.
NELSON MEIRA DA SILVA (técnico em telecomunicações) - Londrina

Palhaçada do TC
Com relação à matéria ''Decisão do TC-PR reacende esperança de Antonio Belinati'' (Política, pág. 4, 05/08), ora passaram-se quase dois anos da decisão do mesmo Tribunal de Contas do Paraná se posicionando contra a prestação de contas do então prefeito Belinati e agora afirma que as supostas irregularidades apontadas na época estão corretas! Mais uma palhaçada de profissionais que fazem deste país um circo.
ÁLVARO ALVES PEREIRA (servidor público) - Londrina


Copa para quê?
Sou amante do futebol e gostaria muito de ver uma Copa do Mundo em meu país. Como é possível o governo federal pensar em Copa com gastos de milhões de dólares em infraestrutura, investimentos em estádios, em cidades que nem têm times na primeira divisão do Campeonato Brasileiro, se não realiza o mais importante que é auxiliar a reconstrução das cidades que sofreram com as chuvas do ano passado e este ano, como no Norte Pioneiro, em Alagoas e em Santa Catarina? Como é que para a Copa tem dinheiro? Temos que rever prioridades.
HEVERSON YOSHIO TAKASAKI (bancário) - Joaquim Távora

Conversa mole
Com relação à matéria ''Sem quórum, Assembleia fica sem votação'' (Política, pág. 6, 05/08), não podemos aceitar que os políticos que concorrem à reeleição ou a novos cargos não se desliguem dos cargos atuais. Mesmo aqueles ''poucos políticos'' que têm um pouco mais de credibilidade junto aos eleitores dizem que dá para conciliar as duas coisas (atividades do cargo e campanha política). Senhores, tenham pelo menos um pouco de moral e ética.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina
'Pé na Faixa'
Em resposta ao leitor Paulo S. Meleiro (Cartas, 01/08), a CMTU esclarece que desenvolveu a campanha ''Pé na Faixa'' em conjunto com o Ministério Público, sociedade civil organizada e baseada no Artigo 214 do Código Brasileiro de Trânsito (CTB), em vigor há mais de dez anos. A companhia vem desenvolvendo atividades de educação no trânsito, junto a crianças, jovens, adultos e idosos, levando-os à Escola Prática e Educativa de Trânsito, mostrando os procedimentos que devem ser adotados ao atravessar uma via. O veículo é o elemento mais forte e precisa estar atento à travessia dos pedestres que são a parte mais frágil do trânsito.
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA COMPANHIA MUNICIPAL DE TRÂNSITO E URBANIZAÇÃO

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