Queremos um novo HU
O Hospital Universitário (HU) de Londrina foi criado sob a égide da improvisação. Surgiu do aproveitamento de um velho hospital para tuberculosos e foi crescendo à base de ''puxadinhos'', uma obra anexa para aproveitar uma verba, e assim criou-se o hospital. Basta visitar um doente para vermos as improvisações, os desníveis dos pisos, as paredes rotas, os doentes internados nos corredores em macas improvisadas, o forro caindo, os móveis velhos, ao lado de instalações reformadas. Já passou da hora do governo do Estado se sensibilizar com este caos e autorizar a construção de um novo hospital regional, moderno e adequado à medicina do século XXI. Paralelamente, mandar implodir o velho HU, atualmente um repositório de bactérias e vírus e inadequado para a formação de médicos, enfermeiros e demais especialistas.
LUIZ ANTONIO FELIX (professor) - Londrina


Maus exemplos
Em meio a um mundo onde tudo acontece simultaneamente, é inevitável a percepção de notícias. Muitas celebridades se utilizam dessa artimanha para protagonizar condutas imorais e antiéticas. É costumeiro ver artistas estampados nas capas dos jornais não pelo talento ou pelo trabalho, mas por se envolverem em escândalos, tal como é apontado na entrevista ''Inversão de valores'' (Opinião, pág. 3, 28/07). Se artistas de outros países já influenciam tanto a cabeça dos jovens, imagine o tanto que alguns políticos poderiam influenciar com seus abusos constantemente noticiados. Tomara que não entrem (ainda mais) nessa onda.
VINÍCIUS ALVES SCHERCH (estudante de Direito) - Sertaneja

Casos extremos
Na Avenida Dez de Dezembro com Rua Tremembés vejo sempre um homem chamado de ''Bacana'' que ''mora'' no canteiro da avenida quase debaixo do sinaleiro. Está quase sempre deitado, no frio e no calor, de dia e de noite, com uma garrafa de pinga e vários trapos. Perguntei a pessoas que o conhecem por que não fica em alguma instituição tipo Toca de Assis ou abrigos, e elas disseram que ele não fica em nenhum. O município ou o governo do Estado deveria ter um abrigo que acolhasse esses casos extremos porque não dá para ficar nessa condição inumana.
GIOVANNI MEZZADRI (padre) -Londrina

Quiosques
Com relação à matéria ''Acil não quer quiosques no Calçadão nem com licitação'' (Política, pág. 4, 30/07), é impressionante como aqueles que têm o acesso direto ao prefeito não intercedem a favor do povo. Acabaram com os carrinhos de lanche no Terminal, estão derrubando os quiosques do Calçadão, a criação da faixa exclusiva de ônibus na Duque de Caxias ''matou'' o comércio até a JK e somente aqueles com estacionamento próprio vão sobreviver. Senhores, povo sem emprego não terá dinheiro para gastar na cidade charmosa que sonha o presidente da Acil.
JULIO RODRIGUES DE MELLO (vigilante) - Londrina

Calçadão livre
Concordo com o presidente da Acil, Nivaldo Benvenho, depois de tantos anos, enfim, uma administração tem a coragem de limpar as áreas públicas de nossa cidade. Creio também que não se deveria instalar novos quiosques no Calçadão, pois existem espaços próprios no Centro para o comércio. Local público é público, não se deve permitir o setor privado ocupá-lo.
CLAUDINEI PEREIRA DOS SANTOS (policial rodoviário federal) - Londrina

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