CARTAS
Educação x violência
Um dos muitos caminhos para reduzir o índice de violência no país é investir em educação. A Coréia do Sul há pouco mais de 30 anos tinha uma situação similar à do Brasil. Eles investiram para valer em educação. Isto mudou a realidade deles. Tem faltado vontade política de nossos governantes. Se investirmos em educação, as pessoas começarão a adquirir cultura, visão crítica, noções de cidadania, direitos e deveres, informação e outras coisas. Vamos parar de assistir novelas, programas de baixo nível e de ler revistas de fofocas e celebridades. Passemos a ler jornais, revistas com atualidades da política, economia, etc. Assim, não votaremos mais em políticos corruptos.
ISRAEL CARLOS DE CARVALHO (analista de sistemas) - Londrina
Caso Patrick
Gostaria de lembrar ao sr. Edson M. Scarchetti (Cartas, 20/07), que o homem deve tomar providências e não só acreditar em Deus, pois Ele nos dá condições para suprir nossas falhas com atitudes concretas e perseverantes na valorização e dignidade daquele em situação de risco. Todos podemos fazer algo sim, desde que imbuídos de responsabilidade, de comprometimento com o outro. Como exemplo, cito o trabalho magnífico da Associação Mãos Estendidas que atende 160 crianças em situação de risco dando melhores condições e qualidade de vida para elas e suas famílias e mudando a realidade do bairro (que há 10 anos era extremamente violento). Exemplos assim mostram que podemos fazer alguma coisa sim, basta querer!
LUIZA HELENA MARTINS (administradora de empresas) - Londrina
Pé na Faixa
Como já foi dito, as faixas de pedestres próximas às rotatórias seriam mudadas de lugar pois poderiam provocar acidentes. O primeiro passo foi tirar as placas de pé na faixa nesses lugares, mas segunda-feira na rotatória do Moringão (Avenida Bandeirantes) um pedestre fazia sinal para os carros pararem para ele atravessar como se fosse um policial de trânsito. Um absurdo. Por que a Prefeitura não explica melhor como fizeram com a faixa exclusiva para ônibus, o que é e onde é o pé na faixa?
KARLA LEITE (empresária) - Londrina
'Lei da palmada'
O político brasileiro precisa criar vergonha e não leis absurdas. Logo escolherão o nome dos futuros dos nossos filhos. Políticos: parem de desviar nosso suado dinheiro, de perdoar dívidas de países que não merecem, reduzam a carga tributária, construam mais escolas e hospitais. Com isto, será proporcionando mais emprego. Melhorem ainda os salários dos professores e dos agentes de saúde e, certamente, não será necessário construir presídios de segurança máxima. O povo precisa de melhor educação, melhor atendimento à saúde e não saber se pode ou não pode dar palmada no filho.
FERNANDES JOAQUIM DE MELO (microempresário) - Londrina
Bibliotecas
Em pleno século XXI ainda temos o desprazer de nos depararmos com matérias do tipo ''455 cidades brasileiras não têm bibliotecas'' (Opinião, pág. 3, 15/06). Como pode acontecer isso em um país que pensa em crescer e evoluir? Esse número, 455, é quase 10% dos municípios brasileiros. No Paraná a situação é ainda pior. O número de municípios chega a 67, quase 20%. E se analisarmos as bibliotecas existentes comprovaremos que a situação ainda é mais caótica: obras antigas, instalações inviáveis e profissionais despreparados.
ANTONIO FABIANO PEREIRA (professor) - Leópolis





