Reage Brasil!
Quero ver o dia em que nós pararemos o país inteiro, não pelo futebol, mas pela saúde, educação, segurança, fim da corrupção e da impunidade. Meu pai se alfabetizou sozinho, se tornou professor de Geografia, um homem correto e honesto, de grande sabedoria. Dizia que os romanos dominavam os povos com pão, circo e castigo. Hoje nada mudou. O pão é a bolsa família, o vale gás, o bolsa escola entre outros. Circo é futebol e carnaval. O castigo é morrer na porta de hospitais públicos, ser assaltado em casa, na rua e no trabalho. É ver uma quadrilha de ladrões desviando o nosso dinheiro. É ser mal atendido por funcionários públicos pagos com o suor de nosso trabalho.
ISRAEL CARLOS DE CARVALHO (analista de sistema) - Londrina

Futebol para quê?
No início de todos os jogos da Copa o lindo filme institucional da Fifa fala sobre futebol para paz, para a educação, para integração, para o respeito, para a saúde. Infelizmente, a seleção brasileira (aquilo é um time?) e o técnico Dunga mostraram que o futebol profissional pode servir para muitas coisas, exceto para promover qualquer uma daquelas virtudes. Que vergonha para o Brasil!
RUBEM CAUDURO (professor) - Londrina

Pés no chão
Parabéns à FOLHA pelo Editorial ''A Pátria, agora, com os pés no chão'' (Opinião, 03/07). Quem é brasileiro, de fato, leu o Editorial com lágrimas nos olhos. Nossa atrofia política só será amenizada se vocês continuarem escrevendo dessa forma e nessa linha.
MARIA EDITH VAZ TEIXEIRA MAMPRIM (professora) - Cambé

Poesia de cidadania
Cumprimento a FOLHA pelo belo e educativo Editorial ''A Pátria, agora, com os pés no chão'' (Opinião, 03/07). Uma verdadeira poesia de cidadania. Espero que todos os leitores tenham tido acesso a ele e possam, verdadeiramente, refletir sobre a essência ali contida.
RUY DE JESUS MARÇAL CARNEIRO (professor) - Londrina

Papéis invertidos
Realista o ponto de vista do tenente Ricardo Eguedis na matéria ''PM critica prefeitura e acusa omissão dos pais'' (Geral, pág. 7, 30/06). Uma professora do ensino fundamental da minha cidade disse que somos a última geração que obedeceu os pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos. E o que é pior: os últimos que respeitamos nossos pais e os primeiros que aceitamos que nossos filhos nos faltem com respeito. Os papéis se inverteram. Se o autoritarismo suplanta, o permissível sufoca.
MÁRIO FUZETO (técnico contábil) - Itambaracá


Perigo na praça
Parabenizo a Prefeitura pela colocação dos equipamentos de ginástica e parque para crianças na Praça Nishinomiya. Aproveito também para apoiar a observação do leitor Antonio Aparecido da Silva (Cartas, 30/06). A praça é (ou foi?) um local agradável para caminhadas e passeios de famílias com seus filhos. No entanto, tem sido impossível utilizá-la para este fim devido à aglomeração causada por jovens fumando e bebendo, além do risco de atropelamento pelos carros que por ali passam em alta velocidade. Sugiro à Prefeitura que dê um pouco mais de atenção à praça para tentar manter em boas condições de uso os equipamentos recém-instalados.
ANA CRISTINA CARRARO (engenheira civil) - Londrina

Correção
- Diferentemente do publicado na reportagem ''Plantando grãos, árvores e sorrisos'' (Folha Rural, pág. 4, 03/07) o faturamento das cooperativas paranaenses em 2009 foi de R$ 24,9 bilhões.

mockup