'Multa + blitz'
Considerando que somente aplicação de multas em alguns maus condutores de veículos que insistem em não respeitar os pedestres nas faixas de segurança sem semáforos não está surtindo o efeito esperado, sugiro que seja feito uma combinação de multa mais blitz educativa/corretiva. O agente de trânsito identificaria o veículo que cometesse a infração e comunicaria o comando da blitz que estaria em um ponto mais adiante. O motorista seria abordado e efetuado uma verificação on-line da documentação de todos (veículo e ocupantes). Se passarmos por essa situação, vamos entender que não compensa trocar os segundos que se ''ganha'' não parando para o pedestre, por uns bons minutos expostos na abordagem.
WILMAR SILVEIRA (gestor de RH) - Londrina


Escolha vergonhosa
Até quando o descaso com a educação persistirá neste país? A imprensa deveria fazer uma reportagem sobre a escolha do livros didáticos. As coleções nem acabaram de chegar e já pediram para o professor fazer a escolha. Ninguém sequer teve tempo de analisar o guia dos livros enviados! É um absurdo! Tudo se torna politicagem neste país. É triste notar que a imprensa entra em cena apenas para discutir o peso dos livros escolhidos quando os alunos os recebem. Quem deveria ser questionado sobre isso são os autores dos livros que estão preocupados com a venda de suas coleções para o governo e não com o conteúdo.
ODIVALNILDI ROSA BONIN (professora) - Colorado

São Paulo x CBF
Tentando dirimir algumas dúvidas levantadas por um leitor da FOLHA quanto à ajuda pública para a construção do Estádio do Morumbi, lembro que o São Paulo vendeu o Canindé em 1952 e comprou 68 mil metros quadrados no Jardim Leonor, hoje Morumbi. Em seguida conseguiu da Prefeitura e da Construtora Aricanduva mais 90 mil metros, como doação. Em 2 de outubro de 1960, inaugurou parcialmente o estádio e só em 1970 terminou sua construção. Custo do estádio: US$ 70 milhões. O Morumbi foi construído com dificuldades financeiras, tanto que de 1958 a final de 1969 o time não ganhou nenhum título. O desentendimento hoje com a CBF fica por conta do tempo para ver quem tem razão.
JOSÉ ROBERTO VEZOZZO (empresário) - Londrina

Desrespeito ao LEC
Lamento a declaração do presidente da Fundação de Esportes de Londrina ao afirmar que, em razão de um torneio patrocinado pelo Município (e deve ser perguntado se esta é uma das competências legais do poder público?), o Londrina teria de decidir a sua sorte na Divisão de Acesso noutra cidade. Será que o respeitável senhor não sabe que o Estádio do Café foi construído para colocar o Tubarão no Campeonato Nacional de 1976? Sugiro ao prefeito Barbosa Neto que o cobre sobre essa atitude, pois o esdrúxulo quadrangular envolvendo o Iraty e outros times de fora não merece o interesse da comunidade que ele dirige e representa, a não ser que exista outro interesse.
RUY DE JESUS MARÇAL CARNEIRO (professor) - Londrina

Contratos públicos
A origem da corrupção encontra-se nas licitações públicas. Aí é o ralo que escoam os detritos que alimentam os corruptos. Quando duas ou três empresas concorrem cria-se o clube de privilegiados que dita a regra do jogo. Quanto mais concorrentes, menor é o risco de fraude. Uma medida para garantir transparência seria disponibilizar os contratos públicos na internet.
MÁRIO FUZETO (técnico contábil) - Itambaracá

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