CARTAS
Patriotismo temporário
É bonito ver todo o brasileiro num patriotismo fervoroso por causa de nossa seleção. Para todo lado se vê pessoas trajando o verde e amarelo. Por que esta nação não usa este mesmo patriotismo para lutar pelos nossos direitos que são literalmente furtados por certos políticos que ao invés de lutar pelos nossos direitos lutam só pelos próprios? Devemos usar esse patriotismo em todos os sentidos para que possamos ter um Brasil cada vez melhor.
ANDERSON CARDOSO SILVA (servidor público) - Japurá
Código Florestal
Na entrevista do biólogo Eduardo Panachão sobre o novo Código Florestal (''Não passa de uma proposta eleitoreira'', Opinião, pág. 3, 24/06), a posição dele é idêntica à de um representante de bairro que cobra melhorias da prefeitura sendo que seus representados estão com 100% dos impostos em atraso. Mais de 70% da população que necessita do verde, do ar puro e dos rios intactos não têm nenhuma ligação com o meio rural. Então, é simples proibir a utilização de suas áreas. Se as ONGs são tão representativas, por que não encabeçam uma arrecadação para indenizar as pessoas do meio rural mensalmente pela reserva de áreas em suas propriedades?
PAULO MAURICIO ACQUAROLE (gerente de negócios) - Londrina
Descaso na saúde
A reportagem ''Espera por consulta pode durar três anos'' (Folha Cidades, pág. 1, 23/06), mostra que o sistema de saúde está falido. Por que existe tanta demora e filas para uma consulta se essas consultas não demoram nem cinco minutos? Diante de tantos problemas, é normal que a população procure outras formas de tratamento como remédios caseiros, simpatias, benzimento, etc.
EDVALDO MACIEL DE FRANÇA (bacharel em Direito) - Londrina
Chafariz
O chafariz do novo Calçadão ficou atrativo e pode-se ver nova perspectiva arquitetônica para o Centro de Londrina, já desgastado pelo tempo e maltratos administrativos. Curitiba tem cerca de 12 chafarizes e se o mesmo fosse feito em algumas praças públicas de Londrina, valorizaríamos o caríssimo IPTU londrinense, compatível com o de São Paulo.
RODRIGO BATTIZACO PARRA (professor) - Londrina
Direito à leitura
Fiquei espantada com a notícia ''Lei manda uma biblioteca em cada escola'' (Folha2, pág. 4, 22/06) sobre a promulgação de uma lei que exige que cada escola tenha uma biblioteca! Como imaginar uma escola sem biblioteca? Foi por meio das duas escolas públicas que frequentei que descobri o mundo da leitura e que me levaram a ter hoje uma biblioteca particular de cerca de 1.500 livros, uma filha que gosta de ler e uma neta que vai pelo mesmo caminho. A necessidade de que uma lei tenha que ser feita para que escolas e livros se reencontrem é um absurdo total. Como se pode ensinar, qualquer matéria, sem que se ensine a ler?
NINA GRAÇA CARDOSO (psicóloga) - Londrina
Correções
- Diferentemente do publicado na matéria ''Novas práticas contra o mal súbito'' (Folha Cidades, pág. 3, 24/06), o nome correto do coordenador da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico do Hospital Universitário (HU-Tec) é Manoel Fernandes Canesin.
- Na matéria ''Arte e informação na rede'' (Folha2, pág. 1, 23/06), as legendas das duas fotos foram trocadas.





