Educar para quê?
Quando o tema é Educação, o Brasil está na rabeira do ranking. Desde quando alfabetizar tem sido uma prioridade neste país? Bom mesmo é que nosso povo fique cada vez mais ignorante e dependente das políticas sociais dos governos. Lamentavelmente, os doutores em Educação não se levantam contra o lobby dos livros didáticos e contra o atraso no ensino. A prática vem sendo desenvolvida há anos e nem Tribunal de Contas da União e nem o Ministério da Educação estão preocupados com a gritante realidade. Metade das crianças não sabem ler e quando o fazem não entendem o que leem, pois aqueles que estão no poder não têm olhos para esse detalhe que faz toda diferença em países desenvolvidos.
IZABEL AVALLONE (professora) - São Paulo

LEC, nosso patrimônio
Sou fã incondicional do Londrina e é lamentável o que estão fazendo com nosso time de futebol. Sou do tempo em que o VGD e o Café estavam sempre lotados. Sou do tempo em que torcer sob chuva contra o Santa Cruz num Campeonato Brasileiro era uma festa e não um sofrimento, sou do tempo do gol do Paulinho na final da Taça de Prata 1980, do gol João Neves na final do Paranaense 1992. E, então, o que estão fazendo os políticos, nossa comunidade e até a ''justiça'' que entregou para aventureiros quem sabe a última cartada do nosso time?
LUDOVICO PIERI NETO (médico ortopedista) - Londrina

Bosque inseguro
No mês passado quase fui assaltado ao pegar um atalho no Bosque Central pela Rua Pará. Quando cheguei no meio do Bosque, me deparei com dois homens que, após perguntarem a hora (eram 22h40), deram voz de assalto. Saí correndo e fui perseguido e ameaçado. Quando cheguei de volta à Rua Pará encontrei três rapazes em um carro com problemas mecânicos. Liguei para o 190 e relatei o fato, mas informaram que não havia viaturas disponíveis. Nesse momento, passou uma viatura e abordei os PMs. Eles disseram que nada podiam fazer pois eu estava em contato com a central. Se eles tivessem entrado no Bosque ainda teriam encontrado os marginais. É lamentável o abandono e a insegurança do Bosque.
WILDINER NED DA SILVA (agente socioambiental) - Londrina

Falta de profissionais
Parabéns ao leitor Wilson O. Trindade (Cartas, 21/06), o governo deveria investir este dinheiro das ''bolsas'' em centros de capacitação e profissionalização, em ajuda aos semianalfabetos, em palestras para mudar a mentalidade e melhorar a autoestima destes mal acostumados de plantão, mostrando que é possível vencer e ter perspectiva. Temos enorme dificuldade de contratar profissionais capacitados e quando os qualificamos arrumam um motivo para serem demitidos e ficar pendurados no seguro desemprego. Deveriam mudar o controle de liberação deste auxílio, nomear agentes de acompanhamento e assistentes sociais para averiguarem, criar um banco de empregos e, só após, liberar o auxílio.
CIRLANDO CÉSAR (empresário) - Londrina

Novo Calçadão
A melhor definição da aridez e funcionalidade do novo Calçadão, conforme expressão utilizada por um amigo, é: bom e feio que nem sapato de padre (de antigamente, claro).
JAIR OLIVEIRA (professor) - Londrina

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