Lição não aprendida
Na edição de domingo, a FOLHA nos apresentou as reportagens ''Uma década após cassação, Belinati ainda resiste'' (Política, pág. 4) e ''43 anos com o Fusca azul'', Carro&Cia, pág. 12) sobre dois ex-prefeitos paranaenses: a do decênio da cassação do prefeito de Londrina e o Fusca recebido de presente pelo prefeito de Campo Mourão da população mourãoense pela boa gestão findada em 1967. Até hoje o ex de Campo Mourão é lembrado com carinho pelo seu povo, enquanto o de Londrina, que deixou um tremendo rombo aos cofres públicos, só é lembrado pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público. O mais triste deste paralelo para os londrinenses é a afirmação do subprocurador do MP-PR, de que ''A lição não foi aprendida''. Quem concorda com o dr. Bruno Galatti levanta a mão!
EMIDIO CASAGRANDE (administrador) - Londrina

Sinalização viária
Grande parte das rotatórias, acessos e importantes avenidas da cidade não contam com placas indicando o destino que essas vias oferecem. Em muitos locais as placas estão cobertas por galhos de árvores ou ilegíveis. Lamentavelmente, a Prefeitura vem retirando algumas dessas placas, como na Avenida Leste-Oeste, e parece que está utilizando os suportes das placas na Av. Duque de Caxias para viabilizar a futura faixa exclusiva para ônibus. Como se diz: cobre-se um santo e descobre outro.
RUBENS FERREIRA DIAS JUNIOR (veterinário) - Londrina

LEC desrespeitado
Estou revoltado com o que estão fazendo com o futebol da nossa cidade. Nos últimos tempos tudo de ruim vem ocorrendo com o nosso Tubarão: a justiça definiu por um ''investidor furado'' que por pouco não leva o nosso time para a terceira divisão; por questões políticas ficamos sem o direito de jogarmos no Estádio do Café e agora querem nos tirar o direito de fazer o último jogo desta fase da Segundona em nosso estádio, em função de um torneio ''capitaneado'' por quem deveria estar dirigindo o nosso futebol. Basta de injustiça com o LEC, queremos jogar essa partida no Café.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina

Respeito ao Tubarão!
É impressionante o que fazem como o coitado do Tubarão: teve que mandar o jogo da Copa do Brasil fora pois interditaram o Estádio do Café, o jogo com a Portuguesa pela Divisão de Acesso também e a Federação Paranaense só liberou parcialmente o estádio para os jogos restantes. E, agora, da noite para o dia o Corpo de Bombeiros diz que que não haverá problema em liberar 30 mil lugares para um torneio que envolverá um grande time da capital paulista. Como conseguiram resolver tão rápido o problema? Senhores, o time da cidade chama-se Londrina Esporte Clube.
JULIO RODRIGUES DE MELLO (vigilante) - Londrina


Corneta irritante
Quando ouvi pela primeira vez a tal de vuvuzela, aquelas cornetas africanas, achei que era uma brincadeira barulhenta e até divertida. Mas que nada, o barulho delas em conjunto num jogo de futebol cria uma harmônica enjoativa, soando como se fosse um enxame de abelhas. Não tem a menor graça, pois nunca muda o tom nem para incentivar o próprio time, nem para irritar o adversário. Espero que na Copa de 2014, no Brasil, a gente aposente a vuvuzela e exporte para o mundo os gritos e hinos de nossas torcidas e, principalmente, a graça e força dos batuques quando se incentiva um time.
OSVALDO SANTOS JR (arquiteto) - Londrina

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