CARTAS
País dos absurdos
Uma categoria de profissionais que em qualquer país é considerada o alicerce da sociedade, no Brasil é a mais desprezada. É um absurdo o que acontece com os professores. Esta categoria deveria ser a melhor remunerada e a mais assistida e defendida, mas os míopes mandatários invertem tudo em benefício próprio. É inconcebível a desigualdade gritante de ganho entre um professor e outras categorias, principalmente dos membros de uma Câmara Municipal. Sem um Legislativo, o Município, o Estado e a Nação continuam no seu curso normal, porém sem professores é a catástrofe na certa.
WELLINGTON AMARAL SAMPAIO (administrador) - Londrina
Londrina
Todos os ''cumpanhêros'' do PT local que, por oito anos mamaram nas tetas municipais, estaduais e federais, não fizeram praticamente nada por Londrina durante a gestão Nedson. Nem o probleminha do aeroporto foi solucionado. Deve ser por falta de integrantes do PT e PMDB que residem em Londrina.
CLÁUDIO ALBANO RAINERI (bacharel em Ciências Contábeis) - Londrina
Administrador basta
A resposta do Núcleo de Comunicação da Prefeitura de Londrina ontem a um leitor da FOLHA (Cartas), deixou-me profundamente preocupada quando declara, textualmente, que o prefeito Barbosa Neto foi eleito para reformar o Calçadão, melhorar os mercados municipais, dar destinação correta aos quiosques, impedir a sujeira (sem especificar qual) e impedir o privilégio de ocupantes de áreas públicas. Sempre imaginei que o prefeito de uma cidade é eleito para gerenciá-la como um todo, principalmente nas áreas de saúde, educação, segurança, empregabilidade, meio ambiente, etc. Para tão poucas tarefas, como citadas pelo Núcleo de Comunicação, um administrador daria conta.
NINA GRAÇA CARDOSO (psicóloga) - Londrina
Falta de tato
Dias atrás, afirmei que o Núcleo de Comunicação da Prefeitura de Londrina deveria ter ficado em silêncio em vez de responder um leitor da FOLHA a respeito das realizações da atual gestão. Agora, quanto à resposta de ontem ao leitor Mateus P. Oliveira, penso que o prefeito não tem conhecimento do teor da mesma. Grosseria para com o cidadão é coisa de quem não leva jeito para cargo público.
LAERCIO BALDI (servidor público) - Rolândia
Espelho
Parabéns à FOLHA pela escolha e publicação do artigo ''Espelho'' (Espaço Aberto, 23/05), do advogado Roberto de Mello Severo que, com lucidez e autoridade peculiar àqueles que detêm um vasto conhecimento e sabedoria, discorreu sobre as condutas e manifestações consequentes ao infeliz episódio envolvendo um conhecido religioso. Caberá agora à sociedade e, principalmente, às autoridades eclesiásticas refletir sobre as possíveis causas e seu tratamento, evitando sofrimento para seguidores e seguidos.
EDSON KENJI TAKAKI (médico) - Londrina
Foco errado
Concordo que expuseram em demasia o pe. Silvio Andrei, mas a defesa tem usado isso para tirar o foco dos fatos: um ''líder religioso'', dirigindo embriagado e seminu em via pública. Errar é humano, mas uma atitude dessa deixa de ser apenas um erro quando se trata de um ''líder religioso'' do qual esperamos que ''viva'' o que prega.
EMERSON RODRIGUES (vendedor) - Londrina





