Execração pública
É lamentável o que ocorreu com o padre Silvio Andrei que, com a conivência dos órgãos policiais, foi submetido a um verdadeiro linchamento público. As imagens permitidas pela autoridade policial civil de Ibiporã, além de chocantes, são para impor uma conclusão de que a ''autoridade'' superou qualquer razão, não protegendo a imagem de um cidadão cujo passado é incensurável. As imagens, que correram o País, foram uma execração. Será que a autoridade policial não violou o direito de imagem do cidadão? Será que também não exacerbou na sua conduta? Como fica a corregedoria nestes casos?
CARLOS HENRIQUE SCHIEFER (advogado) - Londrina

Rever conceitos
Se a Igreja Católica não procurar rever logo seus conceitos, olhar os erros do passado e atuais e corrigi-los vai dar subsídios para que aconteçam as previsões que lemos por aí, ou seja, a extinção do catolicismo. Sinto muuito pela exposição do caso do padre Silvio Andrei. Ele não merecia tudo aquilo.
LAERCIO BALDI (servidor público) - Rolândia

Quem não erra?
O padre Silvio Andrei errou, mas quem não erra? ''Quem nunca errou que atire a primeira pedra'' e ''Não julgueis para não seres julgado''. Não conheço o padre, mas estou muito triste pela fatalidade que caiu sobre a sua cabeça. Peço que cada um de nós se coloque no lugar dele e procure sentir a dor moral que ele, familiares, colegas sacerdotes e amigos estão sentindo após este grave e infeliz incidente.
CASEMIRO FRAMIL SOBRINHO (professor) - Londrina

Exorcismo
Não bastasse tanta coisa ruim acontecendo na cidade (homicídios, roubos, buracos, mato, etc.), agora um padre conhecido nacionalmente e que trabalhou muito tempo na nossa região resolve sair embriagado dirigindo nu. Com tantas denúncias ultimamente envolvendo religiosos de várias hierarquias, está na hora de o Papa exorcizar alguns de seus subordinados.
MIGUEL LUIZ DA SILVA (autônomo) - Londrina


Regime indiano
A matéria ''Indiano que não come nada espanta médicos'' (Geral, pág. 7, 11/05) é um verdadeiro exemplo do ''fome zero'' acompanhado do ''sede zero''. Deveriam estudar esse cidadão para usar como exemplo no Brasil.
MARCIO DICESAR BENASSI (escritor) - Sertanópolis

Benefícios de servidor
Em resposta à reclamação da professora Elisandra Ventura de Andrade (Cartas, 14/5), o comparativo feito por ela não corresponde à realidade. O servidor público tem direito a licença prêmio de três meses a cada cinco anos trabalhados, anuênio, e após completar 20 anos de serviço soma 17% do seu salário em seus rendimentos. No ano passado foi repassado inflação e mais elevação, os mesmos benefícios concedidos neste ano pela administração municipal de Cambé.
SECRETARIA DE IMPRENSA DA PREFEITURA DE CAMBÉ

Fundo do poço
Com relação à matéria ''Londrina leva três e segura lanterna'' (Folha Esporte, pág. 1, 17/05), o pessoal que está à frente do Londrina deveria abondonar o Tubarão. Toda cidade pediu a SM Sport, mas infelizmente o interventor da Justiça do Trabalho entendeu que o Grupo Universe era melhor. Desse jeito vamos cair mais uma divisão.
ROBERTO CHI KWAN LI (servidor público) - Londrina

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