Não desisto
É incrível como em um país com a dimensão do Brasil e por tudo que já passou, a nação não tenha aprendido com erros do passado. A política baseia-se em jogar a responsabilidade nos outros. A primeira lei de Isaac Newton explica que um corpo continua em repouso a não ser que uma força externa seja aplicada nele. Similarmente, o país, o Estado, o município onde estamos não sairão desse revoltante ''repouso'' se uma força eficaz e contínua não agir. O povo detém parte dessa força, porém nem sabe que quem está no comando somos nós, o que nos deixa também responsáveis pelo o que acontece à nossa volta. Por isso a importância em avaliar bem os candidatos em ano de eleição. O que falta para sairmos desse estado de estagnação? Comprometimento.
KARINA JANUÁRIO DA SILVA (recepcionista) - Londrina

Falta diálogo
Pouco tempo atrás, um segurança de banco barrou nas famosas portas giratórias, um policial que não se identificou, fez ameaças de arma em punho e nada foi feito. Há pouco dias, outro segurança baleou um aposentado que foi receber sua primeira aposentadoria: um tiro na cabeça que atingiu também outro cliente. Será que o aposentado foi o causador de tudo? Será que o segurança excedeu suas atribuições? Faltou preparo a ambos, principalmente diálogo, respeito entre si. Quem é o verdadeiro culpado? O banco e a empresa que foi tercerizada, considerando apta uma pessoa que não sabe dialogar.
AUREO GARCIA LELLIS (empresário) - Londrina

Serviço comunitário
O problema da superlotação nos presídios e distritos policiais de Londrina é algo simples de se resolver. Muitos apenados por pequenos delitos poderiam ter a oportunidade de cumprirem penas alternativas. Sugiro às autoridades que coloquem esses apenados para cumprir penas que sejam úteis à comunidade. Uma sugestão é colocá-los para trabalhar para empresas que prestam serviços para entes públicos. Assim, além de se regenerarem, eles contribuiriam com a comunidade evitando gastos do dinheiro público.
EDVALDO MACIEL DE FRANÇA (operador de financiamento) - Londrina

Falta de valorização
Concordo plenamente com o leitor João Moret (Cartas, 10/05) sobre profissões relegadas. Como educadora, sinto-me humilhada com a desvalorização de minha profissão. A educação é a base para formar cidadãos e o profissional da área não tem o devido valor reconhecido perante nossos governantes. Para ganhar um salário em torno de R$ 950, um professor precisa trabalhar 40 horas semanais, se desdobrando entre sala de aula, planejamento das aulas, correção de provas, muitas vezes feita em casa. Fica aqui minha indignação e apelo aos nossos governantes: façam algo em prol da Educação e dos responsáveis por ela, pois seja qual for a profissão, todos passam pelas mãos de um professor.
MARIA APARECIDA SANTOS LIMA (pedagoga) - Londrina

Nordestino é brasileiro!
Discordo da professora Izabel Avollone (Cartas, 05/05) quando afirma que os políticos só fazem promessas aos nordestinos. Isto é preconceito. Como professora, ela deveria ter uma visão melhor porque aqui, no Sul, os políticos fazem as mesmas coisas. Se a ex-ministra Dilma Rousseff falou em acabar com a miséria, ela está certa. É só entrar nos supermercados, olhar nas gôndolas e ver que não tem mais arroz e feijão tipo 2. Os pobres comem igual aos ricos, viajam de avião, etc. Talvez, isto esteja incomodando as pessoas que antes só tinham acesso. Igualdade social, professora! Pense nisso.
ANCILON DE SÁ NETO (microempresário) - Campo Mourão

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