Violência é moda?
Sobre a matéria ''Drogas motivam 95% dos homicídios no Paraná'' (Geral, pág. 7, 28/04), o secretário de Segurança Pública, Aramis Linhares Serpa, deu a entender que as drogas e a violência são moda. Assim, devemos nos conformar e aceitar isso. Em Nova York a violência foi combatida com sucesso depois que a polícia adotou a chamada ''tolerância zero''. Será que não era o caso de se adotar aqui também? Essa explicação que o crime virou ''moda'' não pega bem coronel, pois a sua missão é combatê-la erradicando-a da sociedade.
JOÃO MORET (advogado) - Porecatu

Sexo x hipertensão
Sobre a matéria ''Ministro recomenda sexo para combater hipertensão'' (Geral, pág. 7, 27/04), muito bom o conselho do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, de que a prática do sexo ajuda a combater a hipertensão arterial. Só que o índice maior de hipertensão é na população com mais de 65 anos e a indicação do ministro é fazer sexo cinco vezes por semana. Gostaria de saber, então, se os postos de saúde irão dispor de Viagra suficiente para esse tratamento sugerido e como será feita a distribuição desse medicamento. Quem arcará com o custo, já que isso acarretará em R$ 600/mês por paciente idoso do sexo masculino? É mais que o valor da aposentadoria deles!
JOÃO ALBERTO TWARDOWSKI (médico) - Guaíra

Ônibus no Zerinho
Fiquei indignado ao saber que o IPPUL estuda voltar a circulação de ônibus em uma das ruas do Zerinho do Bosque central devido à insegurança no local. Infelizmente, o Bosque que, seria uma área de lazer aos londrinenses e turistas, virou um depósito de sujeira, fumódromo de maconheiros e mocó para assaltantes nas últimas administrações. Muitas pessoas são assaltadas nesse local em plena luz do dia por não haver segurança. Para resolver o problema, é só mantê-lo limpo, colocar banheiros, alguma atração como existia antigamente e manter policiais fazendo as rondas nas duas partes do Bosque.
MILTON DA SILVA NANTES (autônomo) - Londrina

Rebaixem as muralhas
Concordo com o dr. Sérgio Vianna (Cartas, 24/04) quando diz que construíram ''muralhas'' na Rua Julio Estrela Moreira. Utilizo este trajeto todos os dias para ir e voltar do trabalho e também raspei o assoalho do meu carro no quebra-molas. Aquela via ficou anos sem nenhuma sinalização no asfalto, como costumo respeitar a velocidade permitida (40 km) diariamente me sintia pressionada por motoristas e motoqueiros imprudentes que me ultrapassavam naquela curva onde foi instalado o quebra-molas. Portanto, acho muito bom a iniciativa de colocá-los lá. Só penso que poderiam ser mais baixos para evitar prejuízos.
MADALENA FRANZIN MARCOLINO (professora) - Londrina

'Muralhas' necessárias
Com relação aos ''quebra-molas'' instalados nas ruas Júlio Estrela Moreira e Antônio Moraes de Barros, acho tem que prevalecer o bom senso. Realmente as lombadas estão horríveis, muito altas, largas e totalmente fora de padrão. Infelizmente, nesse nosso trânsito caótico e com a estupidez humana prevalecendo na maioria dos nossos motoristas, somente obstáculos nas ruas ajudam amenizar a convivência pedestres e carros.
ANTONIO CARLOS COTRIM (comerciante) - Londrina


'Fraldas sujas'
Estamos nos aproximando das eleições e o projeto dos ''fraldas sujas'' não foi votado. Só nos resta convidar os eleitores para que fiquem de olho nos mentirosos: quanto mais prometem menos fazem. Sabemos que político é igual a fralda de nenê: precisa ser trocada constantemente e pelo mesmo motivo.
SEBASTIÃO CALMEZINI (comerciante) - Londrina

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