Impunidade e violência
Com relação à opinião do sr. Vitor Nonino (Cartas, 27/04), maior que a falta de Deus é a sensação de impunidade que leva os jovens a cometer atos de violência, entre outros delitos. Maior exemplo de impunidade pôde ser visto na matéria ''Comissão de Ética da Câmara 'puxa a orelha' de Gouvêa'' (Política, pág. 4, 27/04) na qual a Comissão de Ética da Câmara (se é que existe ética por lá) resolveu absolver a prática de lobby do vereador Rodrigo Gouvêa. Passar a mão na cabeça de políticos infratores é o mesmo que ver o inferno como uma simples sauna. Será este o exemplo que nossos edis devem dar aos jovens e à sociedade?
MATEUS PATROCINIO DE OLIVEIRA (músico) - Londrina

Declaração inefável!
Com relação à matéria ''Ministro recomenda sexo para combater hipertensão'' (Geral, pág. 7, 27/04), quero perguntar ao ministro da Saúde em que ele se baseou para prestar um depoimento tão ridículo? Fazer muito sexo para combater a hipertensão? Alguém merece um depoimento desses? Será que ele está procurando uma justificativa para explicar o caos na saúde? O povo fica hipertenso devido à péssima qualidade dos serviços de saúde pública e se estressa! Acho melhor o ministro escolher outra desculpa!
MARIA REGINA MINTO REYES (encarregada administrativo) - Londrina

Memória curta
Parece que boa parte da população já esqueceu que há alguns anos passamos sufoco com o mosquito da dengue. A sociedade toda se uniu e venceu o Aedes aegypti, mas parece que ficou por isso. Novamente os flagrantes de descaso com a água parada são gritantes. Esse é um cuidado que devemos tomar diariamente, e não esperar um novo surto da doença para remediar mais uma vez. Ainda estamos nos higienizando para prevenir a gripe A ou vamos esperar uma nova pandemia?
PAULO SÉRGIO CARNICELLI (estudante de Agronegócios) - Ivaiporã

IPPUL com a palavra
Muito oportuno o alerta da dra. Inês Sanches (Cartas, 20/04) quanto à dificuldade de acesso ao Hospital Araucária com a mudança do trânsito da Rua Bento Munhoz da Rocha. Estivemos dias antes na Prefeitura para solicitar melhor adequação do tráfego nesta área. Mas o reponsável pelo IPPUL não se sensibilizou. Depender de uma única rua (Faria Lima) para chegar ao hospital é irracional. Além de insegura, por se tratar de uma via estreita com grande fluxo, a sinalização é péssima. Um total descaso com pacientes, médicos e funcionários. Cidadania se pratica com respeito.
SERGIO STORTI JUNIOR (médico) - Londrina

Pedágio no Paraná
Com relação à cobrança do leitor Ludnei Picelli (Cartas, 21/04) ao governador do Paraná para a redução do pedágio, acho temeroso já que por iniciativa política podemos acabar com um novo imbróglio: a redução seria eleitoreira e futuramente tudo retornaria ao que é e muito mais caro. Essa tarefa deveria partir dos promotores de defesa do consumidor de todo Estado, com base nos contratos de mesma característica em todo o país a variação do custo por quilômetro não poderia variar mais que 10% ou 15% do preço mais em conta encontrado. Os promotores públicos deveriam também buscar o custo, a origem dos recursos e os motivos pelos quais centenas de painéis com o nome e foto do referido político foram espalhados por todo o Paraná divulgando uma competência que é desconhecida da grande maioria dos paranaenses.
PAULO MAURICIO ACQUAROLE (gerente de negócios) - Londrina

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