CARTAS
O que há Londrina?
Moro há dois anos em São Paulo e por aqui ocorre de tudo. No que tange à violência, então, nem se fala. Será que é aceitável? Aceitável por que estamos no Brasil ou por que a cidade é grande? Será que realmente o poder público nada pode fazer a respeito? Partindo da premissa que em São Paulo, cidade com 10 milhões de habitantes, tudo pode acontecer, então me respondam: o que está acontecendo com Londrina, Cambé e Ibiporã? Normal também trabalhadores, estudantes morrendo à míngua? Será que alguma autoridade, abrindo mão de interesses e proteção, pode realmente dizer o que falta para as coisas voltarem a ser como antes? Senhor governador, o problema seria realmente a Secretaria de Segurança Pública ou a falta de estrutura para vivermos em segurança?
PAULA NATALEN FARIAS DE MORAES MLLER (advogada) - São Paulo
Cristovam Buarque
Com relação à entrevista ''Filho de políticos em escolas públicas'' (Opinião, pág. 3, 25/04), a proposta do senador Cristovam Buarque (PDT) deveria ser regra. Já que a proposta inicial quando eles almejam um cargo eletivo, a ideia é de nos representar, defender e zelar pela coisa pública, isso faria parte do pacote. Seria a atitude de homens honrados, e não só na educação, na saúde, na habitação e na segurança, mas em todas as ações que beneficiassem a maioria dos representados. Aí, sim, as melhorias seriam significativas, porque quando se faz para os seus, você quer o melhor. Assim, os benefícios seriam para todos.
ALTEMAR ANTONIO ROSA (auxiliar administrativo) - Londrina
Revolução pela educação
Li a entrevista ''Filho de político em escola pública'' (Opinião, pág. 3, 25/04) e admiro muito a posição e decisão do senador Cristovam Buarque. Realmente é um político que ainda dá para confiar, ideias boas e vontade é o que não lhe faltam, mas acreditar que esses projetos vão ser aprovados seria mesmo que acreditar em Papai Noel.
NELSON MEIRA DA SILVA (técnico em telecomunicações) - Londrina
Só os 'laranjas'?
Sobre a matéria ''Gaeco prende 10 suspeitos de desvio de dinheiro na Assembleia'' (Política, pág. 4, 25/04), os ''laranjas'' estão em ''cana'' e os mandatários? Será que algum deputado irá também? Duvido!
HÉLIO APARECIDO DELIBORIO (comerciante) - Londrina
'Muralhas' no Igapó
Em resposta ao médico Sérgio Vianna (Cartas, 24/04), quero dizer que o ''tamanho'' das ''muralhas'' (quebra-molas) nas ruas Júlio Estrela Moreira e Antonio Morais de Barros é muito menor que o risco de vida que os moradores destes bairros sofreram durante nove anos implorando pelas lombadas.
CLÁUDIO ALBANO RAINERI (doutor em ciências contábeis) -Londrina
Falta Deus!
Com referência à entrevista ''Certos da impunidade, jovens praticam atos de violência'' (Opinião, pág. 3, 14/4), em momento algum pude ver a psicóloga Simone Oliani falando de Deus. E é por termos expulsado Deus das escolas, das repartições públicas, da política, da educação e da família que o mundo está cada vez mais confuso e violento. Quando vejo nossos jovens participando de movimentos de igrejas não os vejo violentos ou revoltados. Será que não estamos falando pouco de Deus aos nossos jovens? Pensemos nisso!
VITOR NONINO (contador) - Londrina





